Chiça, até que enfim! Haja um dia de formação em Higiene e Segurança no Trabalho que eu ache interessante.
Agora, o Estado obriga as empresas a darem 75 horas de formação num ano, aos seus funcionários. E lá tive eu que gramar a bomboca.
Até agora fiz 3 formações e todas foram um verdadeiro suplício. Um dia inteiro sentado a levar com apresentações em Power Point, ao som de vozes monocórdicas, com toda a gente a lutar contra o sono...
Hoje, à 4ª formação, a coisa lá foi diferente. O tema era Segurança Contra Incêndios. De manhã foi teoria e à tarde foi prática, nos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique. Lá aprendi a manusear um extintor (uma estreia para mim - felizmente) e trouxe para casa algumas informações interessantes, que ainda desconhecia. A saber:
- Se um dia tiverem o azar de verem o óleo da frigideira pegar fogo, cubram-na com um pano molhado.
- Para quem usa bilha de gás em casa, o tubo de borracha deve ser substituído de 4 em 4 anos. Depois disso, começa a ressequir e a abrir fissuras. Se o dito tubo pegar fogo, basta fechar o redutor.
- Há o hábito de comprar extensões eléctricas gigantes para usar em distâncias mínimas e ligá-las todas enroladinhas, para que ninguém as veja. 'Tá mal! Uma extensão enrolada, ligada à electricidade, funciona como uma bobine e promove o sobreaquecimento do fio.
- Em caso de incêndio num prédio, para além das pessoas no andar onde há fogo, devem SEMPRE evacuar primeiro as do último andar. O fumo propaga-se rapidamente para cima, concentrando-se no topo do edifício, onde haverá um aumento da temperatura. Ou seja, se há fogo no 2ª andar, muito provavelmente não será o 3º a incendiar-se de seguida. Será o último...
- Quando temos muita electricidade estática no corpo (quem ainda não apanhou um valente esticão quando vai a tocar na porta do carro?), é natural termos dores de cabeça. Talvez isso explique muitos momentos em que pessoal vai à caixa da Aspirinas. Uma das melhores formas de descarregar a electricidade estática do corpo é tocar numa árvore - abraçá-la será ainda mais eficaz. O que me leva a pensar: a Floribella era uma pilhazinha de electricidade estática, coitadinha...
Agora, o Estado obriga as empresas a darem 75 horas de formação num ano, aos seus funcionários. E lá tive eu que gramar a bomboca.
Até agora fiz 3 formações e todas foram um verdadeiro suplício. Um dia inteiro sentado a levar com apresentações em Power Point, ao som de vozes monocórdicas, com toda a gente a lutar contra o sono...
Hoje, à 4ª formação, a coisa lá foi diferente. O tema era Segurança Contra Incêndios. De manhã foi teoria e à tarde foi prática, nos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique. Lá aprendi a manusear um extintor (uma estreia para mim - felizmente) e trouxe para casa algumas informações interessantes, que ainda desconhecia. A saber:
- Se um dia tiverem o azar de verem o óleo da frigideira pegar fogo, cubram-na com um pano molhado.
- Para quem usa bilha de gás em casa, o tubo de borracha deve ser substituído de 4 em 4 anos. Depois disso, começa a ressequir e a abrir fissuras. Se o dito tubo pegar fogo, basta fechar o redutor.
- Há o hábito de comprar extensões eléctricas gigantes para usar em distâncias mínimas e ligá-las todas enroladinhas, para que ninguém as veja. 'Tá mal! Uma extensão enrolada, ligada à electricidade, funciona como uma bobine e promove o sobreaquecimento do fio.
- Em caso de incêndio num prédio, para além das pessoas no andar onde há fogo, devem SEMPRE evacuar primeiro as do último andar. O fumo propaga-se rapidamente para cima, concentrando-se no topo do edifício, onde haverá um aumento da temperatura. Ou seja, se há fogo no 2ª andar, muito provavelmente não será o 3º a incendiar-se de seguida. Será o último...
- Quando temos muita electricidade estática no corpo (quem ainda não apanhou um valente esticão quando vai a tocar na porta do carro?), é natural termos dores de cabeça. Talvez isso explique muitos momentos em que pessoal vai à caixa da Aspirinas. Uma das melhores formas de descarregar a electricidade estática do corpo é tocar numa árvore - abraçá-la será ainda mais eficaz. O que me leva a pensar: a Floribella era uma pilhazinha de electricidade estática, coitadinha...
Fase 1: Floribella percebe que está uma pilha de electricidade estática, graças às suas amigas borboletinhas.
Fase 2: O processo de descarga.
Fase 3: Conclusão da descarga. Reparem na reacção electromagnética que está a ocorrer na árvore.
Floribella, um mal para o nosso meio ambiente.

6 comentários:
Bons conselhos que aqui deixas... Não há mais? :)
Gostei da parte da Floriabelha lol
Abraço
Estes foram os que me chamaram mais a atenção. De qualquer forma, vou dar uma olhadela ao manual que entregaram e se encontrar mais dicas úteis, faço mais um post :)
Obrigado pelo comentário e volte sempre!
FloriSeca: mãezinha, dá-me um sinale!
*cai um galho de uma árvore em cima* LOL procura no youtube, é o sketch dos gato fedorento (são dois filmes, e é do programa diz que é uma espécie de magazine). a do óleo eu sabia, pois é o mesmo quando se apaga o fogo do assador de chouriço :P
quanto ao carro plus electricidade estática aprendi a primeiro pôr o pé no chão, e só depois agarrar a porta.
E a parte do fumo ir para o piso superior aprendi esta semana :D
Agradecido pela lição sr Professor!
Pois não tem de quê! :)
Tenho que ver essa da FloriSeca.
Lol... agora sim. Um processo total :-p
:p
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