A proposta para a noite de Sábado era irrecusável: dança tradicional indiana, ao ar livre, no CCB, com entrada gratuita.
Num pequeno palco, uma bailarina, uma banda (vinda directamente de Bangalore, Sul da Índia) e uma narradora ofereceram-nos uma experiência mágica: «Trimurti» («Três Formas» ou «Três Rostos»), uma peça de música e dança dedicada à santíssima trindade hindu, formada pelos deuses Brahma (o Criador), Vishnu (o Protector) e Shiva (o Destruidor).
Num pequeno palco, uma bailarina, uma banda (vinda directamente de Bangalore, Sul da Índia) e uma narradora ofereceram-nos uma experiência mágica: «Trimurti» («Três Formas» ou «Três Rostos»), uma peça de música e dança dedicada à santíssima trindade hindu, formada pelos deuses Brahma (o Criador), Vishnu (o Protector) e Shiva (o Destruidor).
Ao longo de uma hora, fomos transportados a uma Índia remota, com mais de dois mil anos, para testemunhar a linguagem do Baharata Natyam, uma dança carregada de simbolismo, espiritualidade, devoção, elegância, precisão e expressividade (também os olhos podem dançar).
Uma forma belíssima de yoga (união) entre corpo, mente e espírito, que nos veiculou Tarikavalli (Maria de baptismo), bailarina francesa de origem portuguesa, que se formou em dança clássica indiana em Paris e na Índia, sendo hoje a única artista profissional que dança e ensina Baharata Natyam em Portugal.
Venham mais espectáculos assim!
foto: Luis Conde


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