Desde sempre que admiro esta senhora.Lembro-me do seu gesto imponente em "Mátria", o programa de televisão que a popularizou como uma das personagens intelectuais mais carismáticas da nossa cultura.
Com "A Madona" (1968), conheci a sua energia criadora.
Agora, depois de ter lido uma mini-biografia editada pelo Público, fiquei com vontade de saber mais sobre a sua vida.
A seguir a Jesus, será Natália Correia a ocupar a minha mesa de cabeceira.

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