
Uns adoraram, outros detestaram. E eu fico sempre curioso quando alguém decide embarcar num género que, nos dias que correm, é bastante ambicioso: o musical.
E eu gostei do "Nine". Aliás, gostei muito. Depois da Chicago dos anos 20, Marshall leva-nos agora ao universo do cinema italiano dos anos 60. E fá-lo de uma forma exímia e cativante. É, sem dúvida, um génio na arte de recriar estilos que definiram épocas, mais do que contar histórias - estas, a meu ver, não passam de boas desculpas para justificar tais celebrações de som e imagem.
Concordo com aqueles que dizem que "Nine" não é tão soberbo como "Chicago". Mas também aqui se sente a essência dos musicais clássicos de Hollywood, com toda a magia para a qual somos alegremente transportados.
E foi tão bom ver Sophia Loren, com 75 anos, numa recriação do tempo em que foi uma das musas da Cinecitta...
E eu gostei do "Nine". Aliás, gostei muito. Depois da Chicago dos anos 20, Marshall leva-nos agora ao universo do cinema italiano dos anos 60. E fá-lo de uma forma exímia e cativante. É, sem dúvida, um génio na arte de recriar estilos que definiram épocas, mais do que contar histórias - estas, a meu ver, não passam de boas desculpas para justificar tais celebrações de som e imagem.
Concordo com aqueles que dizem que "Nine" não é tão soberbo como "Chicago". Mas também aqui se sente a essência dos musicais clássicos de Hollywood, com toda a magia para a qual somos alegremente transportados.
E foi tão bom ver Sophia Loren, com 75 anos, numa recriação do tempo em que foi uma das musas da Cinecitta...

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