quinta-feira, 29 de julho de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

Louie Louie

Acabei de descobrir a minha verdadeira candy store. Já tinha ouvido este nome na rádio, mas não sabia que a Louie Louie era especializada num dos meus items de eleição: o vinyl.

Há lá de tudo: singles, maxi-singles, picture discs, novos e usados. Nos poucos minutos que lá estive, esta manhã, encontrei de tudo. Fiquei surpreso por lá ver o single Madame Butterfly, do Malcolm McLaren. Tremi de emoção quando peguei no vinyl do álbum Mãe, dos Heróis do Mar. Este era carote, mas os preços são, na maioria, bastante acessíveis. Também há CDs e DVDs (usados) a preço da banana.

Como é óbvio, regulei o sensor de busca para a letra M. Nada. «Hum... espera... há ali uma estante com uma etiqueta.» Os meus olhos saltaram da órbita. Nem sei quando terá sido a última vez que vi um punhado de maxi-singles assim, à mão de semear. Tive vontade de trazer tudo, mas lá me contive. Escolhi este.



Estou desgraçado. Mas terrivelmente contente.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Ano da Lua Harmónica Vermelha

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Lua Harmónica Vermelha (kin 109)
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Potencializo com o fim de purificar
Comandando o fluxo
Selo o processo da água universal
Com o tom harmónico da radiação
Eu sou guiado pelo poder da navegação
Sou um portal de ativação galáctica, entra por mim.

Comando o meu mundo emocional e sou capaz de pedir o que quero com o poder do amor.

Hoje é o primeiro dia do novo ano do Calendário das 13 Luas. Instala-se agora a energia da Lua Harmónica Vermelha (kin 109). Eis o que o nos traz este ano, segundo Cláudia Gomes, da PAN Córdoba:

«O amanhecer de um novo ciclo terrestre, marcado pela ascensão de Sírio, traz o poder da Água Universal, entregando esplendor lumínico à Terra Gaia.

O selo da Lua representa a ocasião da purificação, o poder da água que possibilita a origem da vida com fluidez e receptividade. Identifica-se com a energia feminina, a frescura, a inocência dotada de uma grande intuição e sensibilidade.

O tom harmónico marca o momento de tomar o poder, comandando as nossas decisões para submergirmos num processo profundo.

A água que acalma, restaura e regenera, convoca-nos à entrega no seu seio e a transmutar tudo o que não é verdadeiro na nossa vida, como escolhas que já não podem ser adiadas.

Neste ciclo será preciso saltar no vazio para encontrar os tesouros que não nos permitimos até agora. É tempo de reflexão e acção com visão do futuro, abrindo o coração e respeitando a verdade mais íntima.»

Dia Fora do Tempo

Segundo o calendário Maia das 13 Luas, ontem foi Dia Fora do Tempo, que marca a transição para o novo ano deste que é o sistema mais natural de contagem do tempo.

Todos os anos, o 25 de Julho é comemorado um pouco por todo o mundo, com base no lema "Tempo é Arte". É uma ocasião para celebrar a Paz, a Arte (enquanto manifestação da nossa essência espiritual), a comunhão, a nossa conexão com o Cosmos, com o Todo.

Pois ontem, o dia fluiu naturalmente numa belíssima celebração do Dia Fora do Tempo. De manhã, eu e o Piriquito bebemos um pouco da excelência do So You Think You Can Dance (o melhor episódio da 6ª série, com coreografias e performances de tirar o fôlego).

O resto do dia foi passado na praia - talvez um dos melhores dias de praia do ano, arrisco-me a dizer. Estive rodeado de pessoas que adoro. Ouvimos música (J&F, que bela ideia, a de terem trazido o mp3). Conversámos. Nadei, nadei, nadei como há muito não nadava, num mar que mais parecia uma piscina infinita. Fiz pranayama. E assisti a um dos acontecimentos mais sublimes deste mundo em que vivemos: o pôr do sol.

TEMPO É ARTE.


terça-feira, 20 de julho de 2010

O meu primeiro rebento

Este fim-de-semana fiz a minha primeira criação de rebentos!

Não vou considerar aquelas experiências do 6º ano, dos feijõezinhos no algodão molhado, que serviam apenas para nos introduzir às maravilhas da Biologia.

Desta vez, a coisa foi séria. A J. insistiu que eu levasse as lentinhas e o feijão vermelho que ela tinha lá em casa, para eu fazer a experiência. Tudo mega-biológico e comprado no Celeiro.

Aproveitei o fim-de-semana caseiro para seguir as instruções à risca. E ao 2º dia de “rega”, ei-los, os rabinhos dos feijõezinhos e das lentilhas a despontar! Até fiquei comovido…

Ontem estavam prontos a consumir. Estreei-os na salada, ao jantar. Comidos assim, sem nada, sabem a raiz. Mas temperadinhos e misturados com a comida, são crocantes e sabem bem!

E, claro está, a razão de ser de tudo isto: são estupidamente nutritivos (mil vezes mais que no estado desenvolvido) e benéficos para a saúde. Este blog fala disso tudo.

Fiquei fã. Obrigado Capuchinho! :D

quinta-feira, 15 de julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

Jo Calderone


(que é o mesmo que dizer, o alter-ego de Lady Gaga,
fotografado para a Vogue Homme.)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Bons hábitos de volta

Depois de 1 mês de "tudo-por-tudo" para os exames finais, hoje volto às minhas corridas de fim-de-tarde junto ao mar. Que boooom!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Sex and The City 2


Há filmes que, para mim, ultrapassam a mera condição de produto cinematográfico, para se tornar num acontecimento. O Sexo e a Cidade é um dos melhores exemplos disso. Depois da série - para sempre a minha favorita - e da primeira experiência em longa-metragem, pudemos usufruir de um novo comeback das 4 emblemáticas personagens.

E como há tradições - dizendo melhor, rituais - que são para manter, também aqui tínhamos que estar juntos. Falo da H. (Pinot), com quem desde sempre partilho esta enorme adoração pela série. Se um dia criássemos uma instalação que representasse a nossa amizade, a Carrie, a Samantha, a Miranda e a Charlotte tinham que lá estar, sentadinhas à volta de um belo brunch.

Tal como da última vez, fomos ver o Sexo em clima de grande excitação - mesmo à fã. A H. teve mesmo sérias dificuldades em escondê-la nos primeiros minutos do filme, a ponto de uma senhora atrás de nós se levantar para mudar de lugar (desculpe senhora, mas há coisas que, se não saírem cá para fora, podem provocar um aneurisma).

Quanto ao filme, adorei. CLARO! E bem mais que o primeiro. Alguém deve ter avisado os argumentistas, da última vez: finalmente, foram-nos devolvidas as personagens da série, tão mal tratadas na experiência anterior. Outra nota vai para o guarda roupa, que desta vez esteve para além do exagero - para gáudio dos nossos olhos. Faaabulous!

Fiquei com vontade de ver o filme mais uma vez... e mais outra. Aguarda-se ansiosamente o lançamento em DVD.

Fios de energia

Claro que estas coisas são para partilhar. Nesta etapa final do curso, recebi muitas, mesmo muitas (e valiosas) palavras de apoio dos meus queridos amigos. Pessoalmente, por email, por Facebook, por SMS...

Cada mensagem foi como um fio de energia, que veio alimentar o meu centro. Entre outras coisas, é lá que reside a crença de que estou num caminho certo.

O fim da etapa

Finalmente, 4 de Julho: dia dos exames finais do 1º ano do Curso de Formação de Instrutores no CPYoga. Mais do que uma mera avaliação num curso que decidi tirar nos tempos livres, este dia representava a validação de um projecto para o futuro.

Foram duas semanas muito intensas, em que tive que enfrentar medos, gerir ansiedades, manter o foco e treinar, treinar, treinar.

Primeiro, o almoço anual, a 27 de Junho. Uma plateia de mais de cem pessoas, uma coreografia para apresentar - a última vez que fiz uma performance para um público foi aos 15 anos... Consegui vencer os nervos (e que nervos!), ouvi a minha respiração e senti o que estava ali a acontecer. Correu bem, tão melhor do que esperava. Ouvi aplausos. Recebi elogios, mesmo de pessoas que não conhecia. Quando saía do Ginásio Clube, ouvi uma senhora comentar para outra, baixinho: “olha, é o rapaz que apresentou a coreografia”. Tudo sensações que nunca tinha experimentado. Foi uma grande vitória, para mim - alguém que sempre disse sofrer de stage-fright.

A semana que se seguiu foi como correr os últimos 100 metros. E por fim, os exames finais. Sete horas de avaliação. Um dos dias mais quentes do ano. Um júri de 3 avaliadores. Horas de prática intensa (nunca vi o meu corpo transpirar tanto na vida). Provas eliminatórias. Calafrios na barriga. Ministrar uma aula. E tudo correu bem! O feedback do júri, valiosíssimo - nos elogios, nas advertências, nos conselhos sobre aspectos a trabalhar no próximo ano. No final sentia-me exausto, mas feliz. Passei para o 2º ano!!!

O dia terminou em clima de celebração e descanso, no Alto dos Moinhos, com o Piriquito e a J, no meio de um repasto de legumes à Braz, gaspacho, vinho e mousse de chocolate. Não podia ter sabido melhor.