sexta-feira, 31 de outubro de 2008

You go, girl!

Um dia depois, ainda estou com "Overpowered" a tocar na cabeça. O concerto da Róisín Murphy, ontem à noite, foi EXCELENTE!
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Em palco esteve uma mulher carismática, sexy, enérgica, romântica, desengonçada, elegante, dançante, dócil, agressiva, teatral, absolutamente cativante.
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Com uma voz espantosa e uma presença descontraída, mas não menos empenhada, Róisín conquistou. Desde o momento em que entrou em palco, para visitar o seu repertório a solo e, para minha surpresa, dos extintos Moloko. À excepção dos singles do último album, o alinhamento surpreendeu pela imprevisibilidade, nomeadamente os temas que nos fizeram voltar ao universo dos Moloko - sem esquecer a cover de "Slave To Love", em jeito de presente-surpresa no encore.
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E para tornar a noite ainda melhor, eu e o Pachuco conseguimos ficar na 2ª fila, pelo que foram abundantes os momentos em que Róisín estava a poucos centímetros de distância de nós. Bem que me estiquei todo, mas não consegui tocar-lhe na mão - o Pachuco ainda tentou pegar-me ao colo, para me ajudar na investida. Para além disso, dancei, cantei e não me fartei.
Enfim... uma noite inesquecível!
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Os momentos mais altos...
"Overpowered"
"You Know Me Better"
"Through Time"
"Day For Night"
"Primitive"
"Let Me Know"
"Slave To Love"
"Ruby Blue"

... as fotos (obrigado João Salema!)...
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e olhem eu aqui! :)
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fotos: João Salema

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

É hoje!

É logo à noite que Miss Róisín Murphy pisa o palco do Coliseu... comigo lá bem perto, espero!
E para aquecer:

"Movie Star": o video mais recente, completamente fora...



"Let Me Know": Róisín no seu melhor...



E "Sow Into You": um dos meus favoritos...

O meu blog

Nasceu hoje o meu novo blog.
O título: Diários de Yoga.

Paris

Acerca deste filme, só me apetece dizer que adorei tudo.
Tudo, sem excepção.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A recepção

Há muito que não me sabia tão bem acordar às 7 da manhã - mesmo com cinco horas de sono apenas. Fui esperar o Pachuco ao aeroporto, no seu regresso das mini-férias na Irlanda.

Com a antecedência de segurança, posicionei-me estrategicamente junto ao corredor de onde os passageiros saem, já a sentir aquele nervosinho. Enquanto observava atentamente as pessoas que iam chegando, à espera de reconhecer o Pachuco, lembrei-me da sensação de conforto que surge quando vemos um rosto familiar à nossa espera no aeroporto. E lembrei-me daquela vez em que, numa das chegadas de Londres, reconheci a Helena e a Lília do outro lado do corredor. E foi tão confortante ser recebido por duas pessoas tão queridas e familiares.

A recepção de hoje merecia ser comemorada com um dia de férias, para matar as saudades acumuladas nos cinco dias que passaram. O dia esteve solarengo. Tomámos café e comemos bolo. Passeámos pela cidade. Estivemos em casa. Fomos ao cinema. Já temos frio e castanhas assadas. E sinto de novo aquela sensação de conforto.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

"Come Together", de Rui Horta

O momento seguinte da noite reunia grande expectativa, com Rui Horta a apresentar a sua mais recente criação, "Come Together".

Abriu com a promessa de ser um espectáculo cativante: todos os baliarinos da sua companhia em cena, num jogo de sincronias entre o movimento do corpo e uma sucessão de linhas geométricas projectadas em palco. Um coreografia pujante e enérgica, tanto quanto as batidas da música que penetravam o espaço envolvente.

Mas os momentos seguintes foram decrescendo, na capacidade de cativar e maravilhar. Pelo menos a mim, que esperava ver um bom espectáculo de dança e não tanto uma alternâcia entre dança e performance/teatro. Houve momentos em que me apetecia carregar num botão ""ffw" imaginário, especialmente quando os bailarinos declamavam lugares-cumuns de uma qualquer "trip" à Olga Roriz.
Saí desiludido e com mais uma certeza de como é perigoso sentarmo-nos numa sala de espectáculos carregados de expectativas.

"Four Reasons", de Edward Clug

Falou-se de duas estreias absolutas em Dança, estes últimos dias. As atenções voltaram-se para a Companhia Nacional de Bailado, que abriu a sua nova temporada com duas peças envoltas em grande expectativa. Consegui apanhar um dos últimos bilhetes para Sábado e a noite prometia: entre as estreias, anunciava-se a de Rui Horta. Seria também uma boa oportunidade para conhecer o Teatro Camões, actual residência da CNB.

A noite começou com "Four Reasons", peça encomendada ao jovem coreógrafo esloveno Edward Clug para assinalar o arranque da temporada 2008/09.
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Os bailarinos da companhia deram-lhe corpo, ao som de uma partitura tocada em tempo real, por um piano e um violino.

O ponto forte, para mim, foi mesmo a cenografia. O contraste entre a escuridão do palco e uma luz vertical intensa, sob a qual os bailarinos dialogavam em gestos meticulosos, por vezes frenéticos, enalteciam a anatomia do movimento, exibindo a mecânica de músculos e ossos como algo belo, fascinante. O cenário era, ele mesmo, um organismo vivo, em interacção com os bailarinos, criando limites e janelas que mostravam partes da coreografia e ocultavam outras.

"Four Reasons" foi um bom exemplo de como a forma pode suplantar o conteúdo. Impressionou, mas não emocionou.

Weekend without my baby

O "Sexo..." foi mesmo uma manobra de diversão para um fim-de-semana sem o Piriquito Pachuco. Senti a falta dele e tudo pareceu mais baço...

Weekend with the girls

Finalmente, o DVD de "Sex and the City: The Movie"!
Na visita à novíssima FNAC do Vasco da Gama, comprei a edição especial, acabadinha de sair.

E porque o Pachuco está fora, passei o fim-de-semana na companhia do grupo de amigas mais estiloso de sempre.
Em 2 dias, papei o filme e os extras 2 vezes.
I just can´t get enough!

sábado, 25 de outubro de 2008

"A Kiss In The Dreamhouse", Siouxsie and The Banshees

Para mim, gostar de música é mergulhar num universo paralelo e lá ficar por uns tempos.

Desta vez, tive vontade de visitar o mundo de Siouxsie Sioux e dos Banshees, através de "A Kiss in The Dreamhouse".
Sem dúvida, um álbum que representa a quintessência do gótico. Canções como "Obsession", "She's a Carnival", "Circle", "Painted Bird" e "Slowdive" são exercícios sonoros e narrativos que emanam a melancolia, a luxúria, o fatalismo da estilística "goth".
A voz de Siouxsie é poderosa, teatral, inebriante.
É assim que soam o amor e a sensualidade, no seu lado mais negro, no seu lado lunar.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Passeios saídos da lista de espera

No meio da esquizofrenia que se instalou este Outono (refiro-me ao clima), apanhámos um fim-de-semana de sol e calor, do qual fizemos questão de tirar bom partido.

No Sábado, o Pachuco levou-me à tal casa de chá em Palmela, de que já vinha falando há uns tempos. Mesmo no meio da Serra do Louro, "O Gaiteiro" foge à imagem que se pode ter de uma casa de chá no meio da Natureza: imaginava cadeiras de ferro forjado ou algo do tipo "casinha da avó", mas encontrei mesas e cadeiras da 7UP. Mas logo estes detalhes perdem a importância, quando temos a possibilidade de saborear um chá vindo de um qualquer lugar remoto (pedi um chinês, de jasmim e ginseng), a ouvir os sons e os silêncios da Natureza, na companhia do nosso mais-que-tudo.
Conclusão: a repetir.


O dia de Domingo estava ainda mais quente e convidava a estar num jardim ou num parque. Lembrámo-nos de outro passeio que estava em lista de espera: o Palácio de Queluz.
Um dos últimos grandes edifícios europeus de estilo rococó, foi mandado construir no século XVIII por D. Pedro de Bragança (o Príncipe Real, marido de D. Maria I), tendo mais tarde servido de residência de D. João VI e sua família, até à fuga para o Brasil em 1807, com a invasão francesa.
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De volta a 2008, acabámos por ver o palácio a correr (ganhou o grande salão dourado, na competição de melhor divisão), pois só nos restavam 40 minuos até à hora de fecho e o que queríamos mesmo era desfrutar do jardim. Estava tudo lá: estátuas, fontes, labirintos feitos de verde, anjinhos, querubins e ninfas. Todo o cenário, debaixo de um sol magnífico. E porque não havia quase ninguém por lá, o passeio soube bem melhor.

Regressámos com vontade de palmilhar Portugal de lés a lés, visitar aldeias, monumentos e paisagens naturais. E há tantos, por cá.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

Hoje o Mundo lembrou-se da sua pobreza.
Em Agosto deste ano, o Banco Mundial revelou os resultados da sua mais recente pesquisa:

1,4 biliões de pessoas vivem em pobreza extrema, por todo o mundo. O que totaliza 25% da população do Planeta.


O mapa da pobreza: percentagem de população que vive com menos de 1 dólar por dia.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

No leitor de CDs


"Overpowered", de Róisín Murphy.

Em clima de antecipação para o concerto de 30 de Outubro, no Coliseu. Só falta comprar o bilhete...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

De tirar o fôlego

Imagem do Oceano Pacífico, captada a partir da International Space Station (ISS), em 21 de Julho de 2003.
fonte: The Gateway to Austronaut Photography of Earth, NASA

sábado, 11 de outubro de 2008

Heróis do Mar

Conheço a música dos Heróis do Mar desde miúdo, mas só comecei a escutá-los seriamente aos 20-e-muitos anos, numa altura em que a banda estava já enterrada no "arquivo morto" da música portuguesa e era lembrada uma ou outra vez na febre revivalista dos "eighties", qual peça de museu para a nova geração de trintões e seus manos mais novos.

Talvez este "delay" de 2 décadas se deva ao facto de só conseguirmos entender e apreciar certas coisas com uma certa idade.
Talvez se deva ao estranho fenómeno colectivo, tão tipicamente português, de marginalizarmos o que de mais inovador se faz na música nacional e celebrarmos apenas o que fácil e "popularucho".

Foi justamente levado na corrente do "eighties are back" que retomei contacto com a música dos Heróis do Mar e percebi, no meio das "chicletes" e dos "bem bons", que havia ali algo de profundamente significativo e ímpar no nosso espólio cultural. Trocando por miúdos: este foi o grupo que imprimiu o conceito de "futuro" na música portuguesa.
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Em 1981, data de lançamento do primeiro single, Portugal vivia mergulhado no stress pós-traumático da ditadura e na euforia revolucionária da música de intervenção. Não admira que canções como "Brava Dança dos Heróis" ou "Saudade", com toda a imagética de suporte (as poses, as roupas, os adereços), invocando o sentimento de Pátria e de uma nostalgia quase dolorosa, fossem recebidas com desconfiança e até mesmo hostilidade por parte da crítica e do público. Vestidos de militares e empunhando a Cruz de Cristo, os cinco jovens chegaram mesmo a ser acusados de fascistas e neonazis, por uma sociedade ainda iletrada do ponto de vista musical e estético, ainda fechada nos extremismos políticos do "é ou não é".
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«Dos fracos não reza a história
Cantemos alta nossa vitória.»
Brava Dança dos Heróis, 1981

«Ao redor desta fogueira
Enquanto as armas descansam
Deito meus olhos aos céus
Pelas estrelas dos teus.»
Saudade, 1981

O que de mais impressionante nos releva o grupo, no album de estreia "Heróis do Mar", é a capacidade de reinventar o imaginário pesado e algo bafiento da memória lusitana, convertendo-o para códigos estéticos absolutamente inovadores para a época. É o primeiro grupo português a sentir os ventos da New Wave britânica e a beber da inspiração neo-romântica de grupos como os Spandau Ballet ou os Duran Duran. No entanto, sem prescindir da riqueza do folclore português.
O tambor e o acordeão dialogando com o sintetizador e o baixo.

Um ano depois da chegada controversa, o grupo decide ceder um pouco e apanhar as massas pelo ouvido: gravado em apenas 22 minutos, "O Amor" conquista o público e os media, levando o grupo à ribalta.

Os ânimos da populaça voltam a esfriar com "Mãe", o segundo álbum lançado em 1983. Desta vez, a crítica está do seu lado, reconhecendo a riqueza musical que ignorara no longa-duração anterior. Um é a extensão do outro, mas não o seu prolongamento.
"Mãe" traz-nos a voz de Rui Pregal da Cunha num novo registo, mais andrógeno - o conquistador também é um rapaz frágil. Traz-nos mais ritmos dançantes, invocando cenários de folia que, embora castiça, é profundamente sensual. Traz-nos uma capa lindíssima. Traz-me "Volta P'ra Mim", uma das minhas canções favoritas.

«Eu a ver-te dançar
Já quase não dou por mim
São grandes momentos
Serão sempre assim.»
Cachopa, 1983

«Mãe
O beijo que ontem me deu
Não vai sossegar esta minha saudade
Pai
O abraço de ontem não morreu
Nem a nossa amizade
Nem a nossa amizade

Vela branca ó branca vela
Vou contigo marear
Vela branca ó branca vela
Longe pr'além deste mar
Adeus pátria linda
Adeus querido lar
Adeus Tejo amado
Até eu voltar.»
Adeus, 1983

A carreira do grupo não iria para lá de 1990. Os Heróis do Mar tinham terminado o seu serviço e deixado uma marca indelével na nossa música e cultura popular.
Usá-los apenas para mero exemplo ilustrativo de uma data é um simples sinal de ignorância.


Em falta: o album "Macau", de 1986, que nunca ouvi na íntegra.

Um artigo interessante: Heróis do Mar: Uma Lenda Por Contar, de Rui Miguel Abreu, Blitz, Agosto 2006
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Um blog a visitar: Brava Dança

terça-feira, 7 de outubro de 2008

A star is born

E dá pelo nome de... Pachuco!

A verdade sabida vs a verdade vivida

«No fundo, o Ocidente sempre esperou dos seus mentores receitas absolutas, respostas definitivas, a derradeira equação apta a tudo apreender e explicar (...). Enquanto os nossos filósofos nos empaturram de sistemas apetecíveis, nos encharcam de teorias excitantes, crepitosas, nós deixamo-nos seduzir, quando não hipnotizar.

Aquilo que o filósofo é ele próprio, na sua vida e no seu ser, interessa-nos bastante pouco. Se ele for um pobre diabo, psicológica e nervosamente abatido, levando uma existência em contradição com os seus princípios pessoais, o facto não nos incomoda por aí além. Os problemas particulares de um Kant, de um Hegel, de um Bergson ou de um Sartre parecem-nos decididamente alheios à questão. O que nós queremos é um achado, o achado que nos permita captar, fixar, aferrolhar a verdade de uma vez para sempre. Pouco importa quem nos faculta este achado, Jeová, Lúcifer, o grande Manitu, Freud, o KGB, Jerry Lewis ou o supermercado da esquina.

O Oriente sabe, desde há milénios, que não existe uma resposta absoluta encunciável, que a verdade não pode ser enclausurada em conceitos, apreendida intelectualmente, antes devendo ser vivida, concebida, percebida através de uma experiência directa, implicando uma transformação radical do nosso modo usual de consciência.

A verdade não é uma ordem de ideias: ela diz respeito ao ser e ao vivido.»

Patrick Ravignant, A Sabedoria da Índia

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Portugal Fashion

Este fim-de-semana, eu e o Piriquito recebemos um convite para assistirmos ao Portugal Fashion, na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico.
Seria, no mínimo, uma noite de Sábado diferente, por isso claro que aceitámos.

Assistimos a 3 desfiles, com propostas para a Primavera/Verão de 2009: Filipe Oliveira Baptista, Storytailors e Fátima Lopes.

Para mim, as criações mais interessantes foram as da dupla Storytailors, que na colecção "S.O.S. Damsel in Distress" apresentam um conceito de futuro com reminiscências de outras épocas (a era vitoriana ou os anos 30) e tradições (os bordados em tecido branco, convertidos em saias e vestidos). O contraste da expressividade dos cortes e texturas com a suavidade das cores (com o branco e creme a dominar) acentuam o dramatismo, a elegância e a sofisticação desta colecção.

foto: Sara Matos

Outro momento alto da noite foi ver Fiona, uma das modelos de marca de Fátima Lopes, que prova como também desfilar numa passerelle requer talento e treino.

Mas a nota dominante da noite foram mesmo os sapatos: no primeiro e último desfiles, os criadores deram largas à imaginação para apresentar modelos realmente originais... mas pouquíssimo funcionais. Foram vários os momentos em que temi pela segurança das modelos. Por uma ou outra ocasião, quase que se estatelaram no chão. Nos entretantos, mantinham-se concentradíssimas para não cair. Escusado será dizer que pareciam ter graves problemas nos ossos, a andar.

Tudo bem que a moda é espectáculo e que muitas peças são feitas para alimentar o efeito "tchan" dos desfiles, não para ver a luz do dia. Mas tenham santa paciência...

Essências (2)

Mimulus
Mimulus (Mimulus Guttatus) is the Bach Flower Remedy for known fears.
These are everyday fears - fear of public speaking, of the dark, of aggressive dogs, of illness or pain, etc.
Mimulus is used as a type remedy for people who tend to be nervous, timid and shy generally.
Sometimes people of this type may blush easily or stammer, and they will usually avoid social occasions and any event where they will be in the limelight. Mimulus is the remedy to encourage the quiet courage and strength that lies hidden in such people, so that they can face the everyday trials of life with steadfastness.

Pine
For people who blame themselves for something they feel they have done in the past, some neglect of a parent, some fault in themselves, something they have left undone, and for those who reproach themselves that, even though they may have been successful in their work, they should have done better.
They are never, as Dr Bach writes in "The Twelve Healers", content with their own efforts or the results. They also at times tend to claim responsibility for the mistakes made by others.
They are perfectionists and set themselves high standards, and this may cause them to over-work and strain to do better, and when the strain becomes too much for the physical body, they blame themselves for the ensuing illness as they feel they are failing in their duty to others, to their work and the family responsibilities.
This guilt-complex takes so much of the joy out of their lives and they become despondent and begin to despair. They can often feel so guilty about some minor matter that these thoughts fill their minds and they are always asking for forgiveness.
Dr Bach said that this feeling of guilt and self-reproach was a waste of time, for the faults of the past are but experiences to teach us not to make the same mistakes again. A lesson once learnt will guide us happily through any same experience in the future.
The positive aspect of Pine is seen in those who acknowledge their faults but do not waste time dwelling on them, having learnt from them to avoid repetition. They are those who are willing to take responsibility and bear the burdens of others if it will truly help them, but having the wisdom to know this is not always the best way of helping. They have great powers of perseverance and are humble about these gifts.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Hoje trago a tua marca...

... e quero tê-la comigo pelo tempo fora.

Parabéns Avó e Pai!

Há 63 anos atrás, a avó Norlinda recebia um raro presente de aniversário: o seu filho Vitor, que nascia exactamente no dia em que ela completava 25 anos.

Desde então, o dia 3 de Outubro passou a ser um dia especial, em que mãe e filho celebram o aniversário juntos - uma daquelas manobras belíssimas do Universo.

Hoje o pai completa 63 anos e a avó atinge a linda idade de 88 anos!
Estou mortinho para lhes telefonar e enviar um beijo do tamanho do mundo.