No Sábado, o Pachuco levou-me à tal casa de chá em Palmela, de que já vinha falando há uns tempos. Mesmo no meio da Serra do Louro, "O Gaiteiro" foge à imagem que se pode ter de uma casa de chá no meio da Natureza: imaginava cadeiras de ferro forjado ou algo do tipo "casinha da avó", mas encontrei mesas e cadeiras da 7UP. Mas logo estes detalhes perdem a importância, quando temos a possibilidade de saborear um chá vindo de um qualquer lugar remoto (pedi um chinês, de jasmim e ginseng), a ouvir os sons e os silêncios da Natureza, na companhia do nosso mais-que-tudo.
Conclusão: a repetir.

O dia de Domingo estava ainda mais quente e convidava a estar num jardim ou num parque. Lembrámo-nos de outro passeio que estava em lista de espera: o Palácio de Queluz.
Um dos últimos grandes edifícios europeus de estilo rococó, foi mandado construir no século XVIII por D. Pedro de Bragança (o Príncipe Real, marido de D. Maria I), tendo mais tarde servido de residência de D. João VI e sua família, até à fuga para o Brasil em 1807, com a invasão francesa.
Um dos últimos grandes edifícios europeus de estilo rococó, foi mandado construir no século XVIII por D. Pedro de Bragança (o Príncipe Real, marido de D. Maria I), tendo mais tarde servido de residência de D. João VI e sua família, até à fuga para o Brasil em 1807, com a invasão francesa.
nm

De volta a 2008, acabámos por ver o palácio a correr (ganhou o grande salão dourado, na competição de melhor divisão), pois só nos restavam 40 minuos até à hora de fecho e o que queríamos mesmo era desfrutar do jardim. Estava tudo lá: estátuas, fontes, labirintos feitos de verde, anjinhos, querubins e ninfas. Todo o cenário, debaixo de um sol magnífico. E porque não havia quase ninguém por lá, o passeio soube bem melhor.
Regressámos com vontade de palmilhar Portugal de lés a lés, visitar aldeias, monumentos e paisagens naturais. E há tantos, por cá.

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