Perdemos mais um dos Grandes.
terça-feira, 30 de junho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Alice por Tim Burton: as 1as imagens
Haverá alguém melhor para contar esta história, depois do próprio Lewis Carroll?
A estreia será em 2010. Até lá, ficam as primeiras imagens, para aguçar o apetite...



A estreia será em 2010. Até lá, ficam as primeiras imagens, para aguçar o apetite...

CO2 em Maio/Junho
De 19 de Maio a 16 de Junho, fui responsável pela emissão de 16,47 Kg de CO2, só pela electricidade que consumi em casa.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Acho que vou mesmo precisar...
... de uma máquinazita digital. Nem sempre o Google consegue ilustrar o que se vai querendo dizer.
Laços que grelam
Enquanto me debatia com a dificuldade em suportar o calor lá no escritório, recebi uma mensagem do Piriquito que me despertou os sentidos e me deixou fresquinho para o resto do dia. Falava nos laços que vão grelando com o tempo. Não poderia ter ouvido melhor descrição. Grelar é ir crescendo, ir criando raízes, ramificações. A morfologia altera-se, prepara-se para germinar, misturar-se com a terra, renovar, ganhar ramos enormes, enormes...
Quem disse que a batata não pode gerar filosofia?
Quem disse que a batata não pode gerar filosofia?
"Essência", Né Ladeiras
Até que enfim! Faz mesmo muito tempo que andava atrás dos primeiros registos a solo de Né Ladeiras e a Valentim de Carvalho fez-nos os favor de reeditá-los e remasterizá-los. "Essência" reúne, num só CD, o EP "Alhur" (1982) e o LP "Sonho Azul" (1983), para nos revelar um universo já perdido, mas que deixou marcas na história da música portuguesa: aquele em que, no rescaldo da Revolução, os artistas experimentavam a modernidade, sem renegar as suas raízes."Alhur" é um mergulho às entranhas da música popular portuguesa, aqui submetidas à experiência das novas sonoridades emergentes na época. E revela-nos a belíssima voz da intérprete.
"Sonho Azul" levanta o véu à genialidade dos Heróis do Mar, que aqui produzem uma Né Ladeiras romântica, dançável e popular (tanto pop como - novamente - tradicional).
As expectativas não saíram goradas: "Alhur" e "Sonho Azul" acabam de ganhar espaço na minha prateleira especial.
A Velha Energia
O mundo está de olhos postos no Irão. A Velha Energia continua a marrar contra a Liberdade, contra a essência das coisas, contra a ordem natural do Universo. E porque ainda tem o "poder", pode. Pode bloquear, banir, manipular, mentir, violar, subjugar, sei lá que mais. Mas o mundo está de olhos postos nisto.
Quando entramos numa sala escura de candeia na mão, a Luz toma conta do espaço. Hold that thought.
.

quarta-feira, 17 de junho de 2009
De volta ao Sul
Mesmo que venha a conhecer todos os recantos de Portugal (algo que espero concretizar nesta encarnação), desconfio que nada derrubará esta minha certeza: é no Sul que me sinto realmente bem.
Na semana passada, os deuses estiveram do nosso lado, ao combinar dois feriados, Sol e calor como há algum tempo não se faziam sentir e um belíssimo convite da X. As condições estavam reunidas para rumar de novo para Sul. Desta vez, um destino novo: Tavira.

.
Foram quatro dias de puro descanso, no meio de amigos e com o meu mais-que-tudo, todos sintonizados num espírito de alegria e descontracção. Andámos de barquinho até à praia de Santa Luzia. Visitámos lugares de uma pacatez purificadora (Cacela Velha ficará na memória). Andámos pelas vilas ao sabor das noites quentes, improvisando sessões fotográficas disparatadas. Atravessámos o Guadiana e a fronteira, num pulinho até Ayamonte, para petiscar em espanhol. Fizemos compras nas feiras de Monte Gordo. E comungámos com as belíssimas paisagens naturais - no meio das quais tive uma epifania, que trouxe comigo para Lisboa.



Alguém disse que é nas férias que nos sentimos verdadeiramente livres e, como tal, verdadeiramente felizes. Estes quatro dias foram, sem dúvida alguma, dias de férias.
.

quarta-feira, 10 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Há 20 anos atrás

Há exactamente 20 anos atrás, "Like a Prayer" liderava os tops de todo o mundo... pela 13ª semana consecutiva.
Fonte: United World Chart
Fonte: United World Chart
sábado, 6 de junho de 2009
Econsciência
No Dia Mundial do Ambiente, o Batatas e Chocolate orgulha-se de anunciar o lançamento do novíssimo blog sobre Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da autoria da dupla P&B.
O nome: Econsciência.
.
O nome: Econsciência.
.
FDS non-stop (III): Porto e Serralves
Depois de Castelo de Paiva rumámos ao Porto, onde eramos esperados pela nossa querida amiga S. Nem a propósito, e já a oficializar uma tradição iniciada o ano passado, Serralves estava em festa nesse fim-de-semana.
O esforço físico (e emocional) da descida do rio deixou-nos exauridos, mas assim que chegámos à "Inbicta", não nos apeteceu parar. Depois de jantarmos lá em casa, decidimos ir a Serralves, que a noite quente pedia um passeio a pé. Aquilo estava à pinha, que nem um autêntico festival de Verão. Gente de todas as idades a passear pelos jardins, sentada na relva, a saír e a chegar. Pelas 3 da manhã, o corpo pedia tréguas.
Voltámos para casa para dormir o sono dos justos e, no dia seguinte, voltámos à festa. Antes de entrarmos no Museu, demos de caras com uma feira do livro, para conseguimos uns belos achados a preço da banana (finalmente consegui um calhamaço do Leonardo da Vinci, com tudo a que se tem direito). Chegámos ao Museu mesmo a tempo da próxima visita guiada - fraquinha - e lá explorámos a actual selecção de obras do espólio de Serralves. Foi bom reencontrar a Helena de Almeida e a Paula Rego.
Chegda a hora de regressarmos a Lisboa e a S. desafiou-nos para um lanche luxuriante. Salada de rúcula com salmão fumado e melão, gambas salteadas em alho, maionnaise caseira e muitos dedos de conversa deram o fim-de-semana por terminado. Voltámos para casa a ouvir Bananarama, com a barriga e a alma cheias.
O esforço físico (e emocional) da descida do rio deixou-nos exauridos, mas assim que chegámos à "Inbicta", não nos apeteceu parar. Depois de jantarmos lá em casa, decidimos ir a Serralves, que a noite quente pedia um passeio a pé. Aquilo estava à pinha, que nem um autêntico festival de Verão. Gente de todas as idades a passear pelos jardins, sentada na relva, a saír e a chegar. Pelas 3 da manhã, o corpo pedia tréguas.
Voltámos para casa para dormir o sono dos justos e, no dia seguinte, voltámos à festa. Antes de entrarmos no Museu, demos de caras com uma feira do livro, para conseguimos uns belos achados a preço da banana (finalmente consegui um calhamaço do Leonardo da Vinci, com tudo a que se tem direito). Chegámos ao Museu mesmo a tempo da próxima visita guiada - fraquinha - e lá explorámos a actual selecção de obras do espólio de Serralves. Foi bom reencontrar a Helena de Almeida e a Paula Rego.
Chegda a hora de regressarmos a Lisboa e a S. desafiou-nos para um lanche luxuriante. Salada de rúcula com salmão fumado e melão, gambas salteadas em alho, maionnaise caseira e muitos dedos de conversa deram o fim-de-semana por terminado. Voltámos para casa a ouvir Bananarama, com a barriga e a alma cheias.
FDS non-stop (II): canoa raft no Rio Paiva
Chegou o grande dia em que o Piriquito ia disfrutar do seu presente de aniversário, comigo a acompanhar.
.

.
Tivemos que nos fazer à estrada bem cedo, para estarmos em Castelo de Paiva à hora marcada. Ainda com o concerto da noite anterior a palpitar nos ouvidos, fomos a viagem inteira a ouvir 80s - incluindo a grande Kim Wilde, de quem inesperadamente fiquei fã... O timing dado pelo Via Michelin foi certeiro: chegámos ao ponto de encontro, o Hotel Casa Rural S. Pedro, à hora marcada. Estava um calor brutal (34º C!), o que fez com que a viagem até ao rio, no jipe de caixa aberta, já com os monitores, tivesse sabido tão bem. Sentia-se o ar fresco das montanhas e o cheiro dos eucaliptos, a cortar aquele calor...
.
"Emocionante" é um eufemismo, para caracterizar as 3 horas que passámos no rio. Percebi que gosto muito de canoagem (nunca na vida tinha pegado num remo) e que não fui feito para desportos radicais. Demos trambolhões nas rochas de tal maneira violentos (o caudal do rio estava muito baixo) que parecíamos estar numa cena do Jackass... com a diferenca de não ter graça nenhuma. Acabei por perder a confiança naquilo tudo, de tal maneira que, quando ouvia um rápido a aproximar-se, só me apetecia dizer "olhem, vou ali e já venho..." Foi mesmo um desafio à preserverança e à capacidade de enfrentar o medo.
.

.
Mas depois houve tudo o resto: os momentos de pura contemplação, em que nos fundimos com toda aquela Natureza; os mergulhos nas águas frescas do rio; e estar a viver tudo isto com o Piriquito, ali junto a mim.
.

.
Terminada a descida, que bem que soube vestir a roupinha seca, repor as energias com um belíssimo lanche e passear pelo jardim da Igreja, na vila. Trouxemos connosco umas valentes nódoas negras, arranhões, contracturas e uma experiência que ficará para o baú das boas memórias. Missão cumprida!
FDS non-stop (I): Here and Now
Aquele que viria a ser um dos fins-de-semana mais (bem) preenchidos dos últimos tempos começou mais cedo do que se previa. Corria a tarde de 6ª quando recebo um telefonema do Piriquito, a dar a notícia que acabávamos de conseguir 2 bilhetes para o “Here and Now” no Atlântico, que ia acontecer nessa noite. Os planos de deitar cedinho para rumar a Castelo de Paiva na manhã seguinte foram por água abaixo - e ainda bem!

Pois nessa noite, tive a oportunidade de estar na presença de alguns dos nomes que fizeram a história da pop dos anos 80: os Curiosity Killed The Cat, o Nik Kershaw, os ABC, a Belinda Carlisle, a Kim Wilde e o Rick Astley. Tivemos direito aos maiores êxitos de cada um deles, numa noite que durou quase 3 horas!
.

.
O Piriquito foi vestido a rigor, como que saído de um videoclip gravado em 87. Cantámos e dançámos como há muito não fazíamos - a energia era contagiante, mesmo nas bancadas. E o ponto alto da noite: Kim Wilde, a cuja energia e good vibes o Atlântico se rendeu por inteiro. Arrepiei-me ao ouvir toda aquela massa humana a cantar o refrão do "Cambodja". Arrisco-me a dizer que ela também.
.

sexta-feira, 5 de junho de 2009
Oh dear... (II)
Os casos de "originalidade" vão brotando que nem cogumelos, nas terras portuguesas. Desta vez, dei de caras com a capa deste álbum, que me fez lembrar qualquer coisa - até demasiado.
Mais uma destas e crio uma tag sobre o assunto...

Mais uma destas e crio uma tag sobre o assunto...

Subscrever:
Comentários (Atom)




