O esforço físico (e emocional) da descida do rio deixou-nos exauridos, mas assim que chegámos à "Inbicta", não nos apeteceu parar. Depois de jantarmos lá em casa, decidimos ir a Serralves, que a noite quente pedia um passeio a pé. Aquilo estava à pinha, que nem um autêntico festival de Verão. Gente de todas as idades a passear pelos jardins, sentada na relva, a saír e a chegar. Pelas 3 da manhã, o corpo pedia tréguas.
Voltámos para casa para dormir o sono dos justos e, no dia seguinte, voltámos à festa. Antes de entrarmos no Museu, demos de caras com uma feira do livro, para conseguimos uns belos achados a preço da banana (finalmente consegui um calhamaço do Leonardo da Vinci, com tudo a que se tem direito). Chegámos ao Museu mesmo a tempo da próxima visita guiada - fraquinha - e lá explorámos a actual selecção de obras do espólio de Serralves. Foi bom reencontrar a Helena de Almeida e a Paula Rego.
Chegda a hora de regressarmos a Lisboa e a S. desafiou-nos para um lanche luxuriante. Salada de rúcula com salmão fumado e melão, gambas salteadas em alho, maionnaise caseira e muitos dedos de conversa deram o fim-de-semana por terminado. Voltámos para casa a ouvir Bananarama, com a barriga e a alma cheias.

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