Este ano, o meu aniversário foi marcado por algo de inédito: estendeu-se por 2 semanas!
Depois de um fim-de-semana com direito a um presente avassalador (o blog), a um concerto de alto nível e à companhia de amigos, namorado e família, fui surpreendido com uma Parte II, na Tertúlia de Domingo último.
Já há algum tempo que não havia esta reunião de amigos domingueira, por isso mal eu podia imaginar o que estava aí para vir: fui vítima de uma real emboscada. A meio da tertúlia, toda a gente se sentou em frente à televisão e o Piriquito carregou no play. E a minha circulação sanguínea parou: estava a olhar para um videoclip do “Celebration”, feito por todo o gang tertuliano, dedicado a mim!!! Simplesmente não queria acreditar. O Piriquito teve a ideia, lançou o desafio e todos alinharam. O resultado foi algo de espectacular.
Sinto-me a pessoa mais sortuda do mundo, por ter pessoas tão especiais na minha vida, que por amizade dão um Domingo inteiro das suas vidas para dançar e cantar a mesma música, vezes e vezes sem conta, de manhã à noite.
E o meu Piriquito. Céus, as horas e horas que ele passou a fazer a montagem do clip (tão pertinho da versão original!), os azares que ele teve de suportar, o esforço para manter a energia do grupo nas gravações, toda esta ideia que ele teve!.. sou
mesmo o gajo mais sortudo do mundo.
Depois de um serão tão memorável - que terminou com um pacto: rever o clip quando tivermos 60 anos -, ontem os mesmos tertulianos geraram uma autêntica love-chain à distância. O que começou como uma troca de emails para animar a F., que se sentia em baixo nesse dia, acabou numa cadeia de declarações sentidas de amizade. Tenho a certeza que todos saímos do emprego com a sensação de ter tido um grande dia.
E depois do dia, a noite: dedicada aos meus queridos J&F, no Alto dos Moinhos. Há já tanto tempo que não víamos a Grey juntos e soube tão bem resgatar este nosso ritual de amizade. Também houve uma leitura de aura, um belíssimo jantar e conversas até tarde, de pijama vestido e a partilhar o mesmo cobertor. Foi o “voltar a casa”, que sinto quando lá estou.
É isso que os amigos são: casa.