sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Ladyhawke

Depois de "Paris is Burning", tinha mesmo que ouvir o álbum.

Com o seu trabalho de estreia, Ladyhawke declara-se determina-da a "pôr um sorriso na cara das pessoas e dar-lhes uma sensação de nostalgia". Comigo funcionou.

"Ladyhawke" não pretende ser neo-qualquer coisa: vai mesmo lá, à qualquer-coisa. É "eighties" puro e muito bem conseguido, uma espécie de híbrido entre as guitarradas pirosas de umas Heart, os sintetizadores chique de uns Human League, o sabor estupidamente pop de umas Bananarama.

Podem já ser incontáveis os projectos e álbuns que vão buscar influências à década do Spectrum. Mas Ladyhawke (ou Phillipa Brown, natural da Neo-Zelândia) está seguramente na linha dos que não brincam em serviço.

Genial!

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