quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Um senhor magusto

Nos últimos anos, comemorar o S. Martinho tem sido um acto meio irregular: umas vezes há castanhas e jeropiga, outras vezes não. Umas vezes calha no dia certo, outras não.

Pois este ano, participei na tradição que a família do Pachuco mantém desde sempre, em homenagem ao soldado romano, que cortou a sua capa ao meio para agasalhar um mendigo.

A noite de 3ª feira, dia 11, não podia ter sido melhor: um bacalhau maravilhoso, uma sobremesa de ir às lágrimas (repeti 2 vezes...) e as belas castanhas (assadas e cozidas) com jeropiga.

E acima de tudo, o serão em família, que tornou a noite ainda mais bonita e, para mim, tão especial e cheia de significado.

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