Mas há percepções que vão mudando, à medida que visito a cidade. E desta vez tomei conta de quão encantadora é a noite no Porto.
O cinzento desaparece, para dar lugar a uma profusão de luz. A iluminação dos edifícios e monumentos ultrapassa o utilitário, para explorar o estético. Sabe bem andar pelas ruas, cuja morfologia nos oferece belas imagens para o nosso campo de visão.
O cinzento desaparece, para dar lugar a uma profusão de luz. A iluminação dos edifícios e monumentos ultrapassa o utilitário, para explorar o estético. Sabe bem andar pelas ruas, cuja morfologia nos oferece belas imagens para o nosso campo de visão.

E depois, há os bares e restaurantes.
Há o centenário Café Progresso, onde se janta a ouvir jazz tocado ao vivo...

Há a Casa dos Livros, a cruzar o palaciano com o moderno e a trazer à memória o mítico privado do Alcântara-Mar.

Há o Plano B, que é o mesmo que dizer “puro underground”.

Há as Galerias de Paris, versão moderna da boémia dos anos 20, num espaço amplo (foi armazém de tecidos, em tempos idos) e vibrante de pessoas e jazz (fiquei com vontade de ler “O Grande Gatsby”).
nm

E haverá muito mais, certamente, para descobrir, numa próxima oportunidade.

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