Não é só a Louise Hay que pode ser autora de afirmações potentes em carga luminosa.
Já em casa, horas depois de me ter reencontrado com a Valda (faz agora 2 semanas), recebi um sms dela. Dizia o seguinte:
«Compreendi que viver é ser livre.
Que ter amigos é necessário.
Aprendi que o tempo cura.
Que a mágoa passa.
Que a decepção não mata.
Que hoje é o reflexo de ontem.
Que os verdadeiros amigos permanecem.
Que a dor fortalece.
Aprendi que sonhar não é fantasiar.
Que a beleza não está no que vemos, mas sim no que sentimos.
Aprendi e entendi como é bom ter amigos de verdade
e poder dizer "boa noite".»
Lindo.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Keep It Together...
E depois de fechar a semana com chave de ouro, passei um fim-de-semana a sentir o calor da união familiar:
estive com a família de sangue no Sábado; conheci uma nova e linda família no Domingo; e vivi ambos os dias ao lado do meu mais-que-tudo, a nutrir a nossa própria família.
As mãos podem estar frias por causa do Inverno. Mas o coração está bem quente...
estive com a família de sangue no Sábado; conheci uma nova e linda família no Domingo; e vivi ambos os dias ao lado do meu mais-que-tudo, a nutrir a nossa própria família.
As mãos podem estar frias por causa do Inverno. Mas o coração está bem quente...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Urgência
Na 6ª feira passada, estava eu a meio do dia de trabalho, quando recebo uma mensagem da Helena: "Preciso de falar contigo com alguma urgência, mas nada de muito grave. Se tiveres 15 minutos depois de saíres do trabalho, por favor diz-me, que eu vou ter contigo". É claro que fiquei um pouco alarmado (o sistema nervoso reage sempre à palavra "urgência") e respondi-lhe de imediato, marcando um encontro às 19:30 no café da FNAC (um dos nossos locais de eleição para conversas e café).
E assim foi. Devidamente preparado para tratarmos de algum assunto mais delicado, cheguei ao café e encontrei a Helena ao balcão, a fazer o seu pedido. Assim que me vê, abraça-me e diz-me, a rir:
- Disse isto na mensagem para que viesses mesmo. Tens que ouvir uma coisa!!!
Sentados à mesa, frente ao seu portátil, de headphones no ouvido, a magia aconteceu: escutámos essa grande balada de Élvio Santiago, na qual ele jura, com toda a garra, "deletar" o objecto amado do seu Orkut, bloqueá-lo no MSN e não mais querer receber nem um powerpoint seu. Uma obra digna da urgência que me foi comunicada.
Daí até à descoberta de outras pérolas da música popular portuguesa, foi um saltinho: "Ser Mãe, Ter um Filho e Abandoná-lo", dos Irmãos Leais; "As Vogais", de Sarah Pacheco; e outros da mesma linhagem artística. Mais ainda, ficou agendado um outro momento (pelo qual realmente anseio): o visionamento do videoclip do duo feminino "São Lindas". Sem palavras...
Que bom que a música pimba existe - e que o programa do Markl também!
Conclusão da história: fechei a semana com chave de ouro, entre risadas e disparates, com a minha querida Helena. Só ela para celebrar uma amizade desta forma, tão deliciosa. É isso que a torna única e uma amiga maravilhosa.
E assim foi. Devidamente preparado para tratarmos de algum assunto mais delicado, cheguei ao café e encontrei a Helena ao balcão, a fazer o seu pedido. Assim que me vê, abraça-me e diz-me, a rir:
- Disse isto na mensagem para que viesses mesmo. Tens que ouvir uma coisa!!!
Sentados à mesa, frente ao seu portátil, de headphones no ouvido, a magia aconteceu: escutámos essa grande balada de Élvio Santiago, na qual ele jura, com toda a garra, "deletar" o objecto amado do seu Orkut, bloqueá-lo no MSN e não mais querer receber nem um powerpoint seu. Uma obra digna da urgência que me foi comunicada.
Daí até à descoberta de outras pérolas da música popular portuguesa, foi um saltinho: "Ser Mãe, Ter um Filho e Abandoná-lo", dos Irmãos Leais; "As Vogais", de Sarah Pacheco; e outros da mesma linhagem artística. Mais ainda, ficou agendado um outro momento (pelo qual realmente anseio): o visionamento do videoclip do duo feminino "São Lindas". Sem palavras...
Que bom que a música pimba existe - e que o programa do Markl também!
Conclusão da história: fechei a semana com chave de ouro, entre risadas e disparates, com a minha querida Helena. Só ela para celebrar uma amizade desta forma, tão deliciosa. É isso que a torna única e uma amiga maravilhosa.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
London Journey Planner
Os pensamentos sobre a viagem a Londres começam a ser cada vez mais recorrentes. No outro dia, tive uma vontade súbita de fazer uma lista de viagem. Não do que quero levar, mas dos locais dignos de serem revisitados.
Reza assim a lista:
nm
Covent Garden / Soho / Leicester Square
Notting Hill
Houses of Parliament / Westminster Abbey
Houses of Parliament / Westminster Abbey
British Museum
Camden Town
Hyde Park
National Gallery
Tate Modern / ponte até St. Paul's / St Paul's Cathedral
Oxford Street / HMV Megastore
Piccadilly Circus / Regent Street / Carnaby Street
Poland Street e o edifício onde trabalhei, da Centaur
Tate Modern
Royal Academy of Arts
Victoria & Albert Museum
Angel / City University
Brockley / Montague Avenue / Hilly Fields / o círculo de pedras
Waterloo / Waterloo Bridge / Strand / Aldwych / o West End
Waterloo / Waterloo Bridge / Strand / Aldwych / o West End
...
É bom saber que alguns destes lugares serão realmente visitados... daqui a 14 dias!!! :)
nm
The Present Lover (Luomo)

Mais um que tem tocado mais que os outros aqui em casa, ultimamente.
Descobri Luomo, o projecto musical do DJ Vladislav Delay, ainda nos dias da saudosa Voxx (um dia destes escrevo um post em homenagem a esta e à ainda mais saudosa XFM), quando passava "Tessio" em heavy rotation.
Esta brilhante faixa fazia adivinhar um possível futuro da deep house, nas sua forma vanguardista de estruturar os ritmos e combiná-los com texturas macias, vocais e sonoras.
Editado em 2003 e sucessor de "Vocalcity", o seu album de estreia, "The Present Lover" é uma afirmação ainda mais consistente do estilo Luomo. As faixas saem do registo mais instrumental para se centrarem no elemento vocal e em ambientes mais figurativos.
Um album sexy e sofisticado, a sugerir um início de noite no bar do Lux/Frágil.
Home (Chiara Mastroianni & Benjamin Biolay )
Por vezes ficamos enjoados de ouvir tanta rádio lá no trabalho (pior ainda, quando não se consegue apanhar outra estação para além da Antena 3 e o seu punhado de músicas em modo repeat). Então cada um vai trazendo CDs da sua colecção pessoal, para suavizar o dia de trabalho. Há dias, a Laura trouxe este. Soou-me bem e trouxe-o comigo."Home" foi uma pequena surpresa. Primeiro, porque não sabia que a filha de Marcello Mastroianni cantava. Segundo, por descobrir nele uma agradável colecção de canções para embalar amantes.
Neste álbum, Chiara Mastroianni e Benjamin Biolay são Jane Birkin e Serge Gainsbourg reencarnados, temperados com uns pózinhos de Cohen e Tindersticks e adoçados com um toque "easy listening". Aqui, o casal dialoga o romance, sussurrando-o ao ouvido um do outro. E incutem, no ouvinte, a vontade de correr para junto de quem é de direito e fazer o mesmo.
nm
Há canções que soam bem melhor, quando estamos apaixonados. Vive l'amour!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
In Rainbows
O dia esteve cinzento.
Mas atravessei-o com o coração aquecido.
És tu quem o aquece.
Ao pequeno-almoço, lembraste-me de como são reais as afirmações que tenho na porta da casa-de-banho:
"Tudo o que eu preciso vem ter comigo na sequência perfeita do Tempo e do Espaço."
"Estou disposto a mudar e a crescer."
"Tudo está bem no meu mundo."
Que bom que te tenho no meu mundo. Que bom.
Há dia cinzento que resista a isto?
Mas atravessei-o com o coração aquecido.
És tu quem o aquece.
Ao pequeno-almoço, lembraste-me de como são reais as afirmações que tenho na porta da casa-de-banho:
"Tudo o que eu preciso vem ter comigo na sequência perfeita do Tempo e do Espaço."
"Estou disposto a mudar e a crescer."
"Tudo está bem no meu mundo."
Que bom que te tenho no meu mundo. Que bom.
Há dia cinzento que resista a isto?
Nova contagem decrescente!
É com os pulmões bem cheios que anuncio:
tenho uma nova contagem decrescente!!!
Depois do inesquecível fim-de-semana no Algarve, afigura-se uma nova viagem, há tanto ansiada e tão cheia de significados.
Pois bem... FALTAM 16 dias!
tenho uma nova contagem decrescente!!!
Depois do inesquecível fim-de-semana no Algarve, afigura-se uma nova viagem, há tanto ansiada e tão cheia de significados.
Data: 6 de Março.
Acontecimento: 5 dias e 4 noites em Londres, com o meu mais-que-tudo.
Acontecimento: 5 dias e 4 noites em Londres, com o meu mais-que-tudo.
Pois bem... FALTAM 16 dias!
nm
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Saudade
Damita Jo (Janet Jackson)
Este álbum já me tinha passado pelas mãos em 2004, ano em que foi lançado. Mas na altura não lhe prestei muita atenção, à excepção da faixa que lhe dá título. Descobri-o agora, na íntegra."Damita Jo" confirma o rumo artístico que Janet Jackson iniciou com "Janet." e consolidou com "The Velvet Rope".
É um album de puro R&B, dominado por canções "down/mid-tempo", de sonoridade quente, assumidamente sensual e sexual. Ok, lá tinha que vir uma mais explícita, agora a ilustrar uma sessão de "fellatio". Mas mesmo esta faz-se envolver por uma atmosfera sonora genuínamente sensual - o ponto forte desta colecção de canções.
As faixas mais ritmadas são inteligentes e, talvez, das melhores que ela já fez no pós-2000, pegando em sonoridades da velha guarda e dando-lhes um "twist" actual, entre o funk de "All Nite" (sem dúvida, a minha favorita) e o groove "old-school" de "R&B Junkie"."Damita Jo" termina com chave de ouro, com "SloLove", uma faixa brilhante de house-lounge que lembra uma esplanada de praia, num final de tarde de Verão.
Num dos seus tradicionais interlúdios, ela diz (e bem):
"Truly, it all comes back to you
Honestly, it all comes down to love."
Regressar a casa
Ontem foi o dia em que finalmente me reencontrei com a Valda, a minha eterna "sista". Já tinha perdido a conta do tempo que tinha passado sem estarmos juntos.
Conheci a Valda em 1990 e 2 anos depois tinha ganho uma verdadeira amizade. Meu Deus, eu tinha 14 anos e ela 20!
Desde então, fomo-nos reconhecendo como "irmãos de alma" que somos. Porque estas coisas reconhecem-se.
As memórias são muitas, dos episódios mais difíceis na vida de cada um, em que o outro esteve presente, aos momentos de alegria incontrolável, às pequenas coisas que só a nós dois pertenceram (os passeios de Sábado à tarde, a cantar canções antigas da Madonna, rua acima e rua abaixo; as conversas até às 4 da manhã, sentados à porta de casa; o café no Abrigo; os brindes de Martini Bianco nos dias de aniversário...).
Inevitavelmente, seguimos os nossos caminhos. Fui para Londres, regressei e mudei-me para Lisboa. Ela viveu em Espanha durante ano e tal. Fomos mantendo contacto por telefone, mas os encontros foram sendo cada vez mais raros. A vida tomou conta de nós.
Ultimamente, dei por mim a falar muito da Valda, a pensar muito nela, a ouvir música que me lembrava ela. Senti que devia seguir os sinais: tinha chegado a altura de voltar a nutrir esta amizade antiga, de torná-la presente.
Estou tão feliz, porque isso aconteceu ontem. Quando nos revemos, demos um abraço tão forte, tão demorado (sem exagero, foram uns 15 minutos de abraço), que deixámos o empregado do café todo emocionado.
Acredite-se ou não, o Universo deu-nos um presente nessa tarde: minutos depois de nos sentarmos, começou a tocar "La Isla Bonita" na rádio que se ouvia lá no café.
Escusado será dizer que foram 3 horas de conversas profundamente emocionadas. Mais do que do passado, falámos do presente de cada um. Estamos mais velhos, mas reconhecemos no outro aquela energia e aquele brilho de há tempos.
Ontem, uma parte de mim regressou a casa.
É tão bom ter-te de volta, querida Valda!
Conheci a Valda em 1990 e 2 anos depois tinha ganho uma verdadeira amizade. Meu Deus, eu tinha 14 anos e ela 20!
Desde então, fomo-nos reconhecendo como "irmãos de alma" que somos. Porque estas coisas reconhecem-se.
As memórias são muitas, dos episódios mais difíceis na vida de cada um, em que o outro esteve presente, aos momentos de alegria incontrolável, às pequenas coisas que só a nós dois pertenceram (os passeios de Sábado à tarde, a cantar canções antigas da Madonna, rua acima e rua abaixo; as conversas até às 4 da manhã, sentados à porta de casa; o café no Abrigo; os brindes de Martini Bianco nos dias de aniversário...).
Inevitavelmente, seguimos os nossos caminhos. Fui para Londres, regressei e mudei-me para Lisboa. Ela viveu em Espanha durante ano e tal. Fomos mantendo contacto por telefone, mas os encontros foram sendo cada vez mais raros. A vida tomou conta de nós.
Ultimamente, dei por mim a falar muito da Valda, a pensar muito nela, a ouvir música que me lembrava ela. Senti que devia seguir os sinais: tinha chegado a altura de voltar a nutrir esta amizade antiga, de torná-la presente.
Estou tão feliz, porque isso aconteceu ontem. Quando nos revemos, demos um abraço tão forte, tão demorado (sem exagero, foram uns 15 minutos de abraço), que deixámos o empregado do café todo emocionado.
Acredite-se ou não, o Universo deu-nos um presente nessa tarde: minutos depois de nos sentarmos, começou a tocar "La Isla Bonita" na rádio que se ouvia lá no café.
Escusado será dizer que foram 3 horas de conversas profundamente emocionadas. Mais do que do passado, falámos do presente de cada um. Estamos mais velhos, mas reconhecemos no outro aquela energia e aquele brilho de há tempos.
Ontem, uma parte de mim regressou a casa.
É tão bom ter-te de volta, querida Valda!
sábado, 16 de fevereiro de 2008
In The Valley of Elah
Há filmes cuja densidade dramática atinge dimensões chocantes. Confesso que não reajo muito bem a esta tipologia de obras, simplesmente porque não gosto de sair da sala de cinema (ou do sofá) com a sensação de que levei um murro no estômago. Pior ainda, se o murro for gratuito, sem sentido aparente.Mas há filmes deste tipo que, embora dando golpes certeiros, me acrescentam algo. "In The Valley of Elah" é, sem dúvida, o mais recente exemplo.
A história gira em torno do desaparecimento de um jovem soldado norte-americano, destacado para a guerra no Iraque, e da busca do seu paradeiro por parte do pai (interpretado por Tommy Lee Jones), ele próprio um veterano de guerra.
O filme irá então evoluir para outro plano: à medida que a acção se desenrola, é-nos mostrado um diagnóstico da nação norte-americana dos dias de hoje, no que tem de mais assustador, tão assustador quanto verosímil: as consequências da guerra em duas gerações ainda vivas (Vietname e Iraque); o culto da violência; o tráfego de droga; a exploração sexual; o chauvinismo; a xenofobia...
Olhamos para esta fotografia e vemos uma nação doente, descontrolada, viciada, paranóica, perversa. Mas cada vez mais consciente de si própria e de que precisa de ser salva.
Saí do cinema a pensar no rumo que a Humanidade traçou até aqui chegar. Cheguei mesmo a perguntar "o que foi que nós fizemos?".
Mas agora, de cabeça fria, opto por pensar que estes são tempos em que a Escuridão está cada vez mais visível, porque a quantidade de Luz que nos vai envolvendo assim o faz: põe-na a descoberto.
A Luz está a crescer, portanto. É nisto que acredito.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
To My Valentine
If I should die this very moment
I wouldn't fear
For I've never known completeness
Like being here
Wrapped in the warmth of you
Loving every breath of you
Still in my heart this moment
Or it might burst
Could we stay right here
Until the end of time
Until the earth stops turning
Wanna love you until the seas run dry
I've found the one I've waited for
All this time I've loved you
And never known your face
All this time I've missed you
And searched this human race
Here is true peace
Here my heart knows calm
Safe in your soul
Bathed in your sighs
Wanna stay right here
Until the end of time
Until the earth stops turning
Gonna love you until the seas run dry
I've found the one I've waited for
All I've known
All I've done
All I've felt was leading to this
"Gorecki", Lamb
I wouldn't fear
For I've never known completeness
Like being here
Wrapped in the warmth of you
Loving every breath of you
Still in my heart this moment
Or it might burst
Could we stay right here
Until the end of time
Until the earth stops turning
Wanna love you until the seas run dry
I've found the one I've waited for
All this time I've loved you
And never known your face
All this time I've missed you
And searched this human race
Here is true peace
Here my heart knows calm
Safe in your soul
Bathed in your sighs
Wanna stay right here
Until the end of time
Until the earth stops turning
Gonna love you until the seas run dry
I've found the one I've waited for
All I've known
All I've done
All I've felt was leading to this
"Gorecki", Lamb
The Darjeeling Limited
"The Darjeeling Limited" é um filme sobre viagens - físicas, emocionais e espirituais.O filme conta-nos a história de 3 irmãos americanos que percorrem a Índia de comboio, sob o pretexto de reencontrar a mãe, entretanto fugida para um retiro espiritual nos Himalaias, após a morte do marido e pai dos protagonistas.
Francis, Jack e Peter aproveitam as circunstâncias para se convencerem de que a viagem lhes trará a experiência espiritual das suas vidas - como qualquer ocidental que se preze, se metido num comboio a calcorrear a Índia profunda.
Os dados estão lançados para uma boa aventura, pejada de momentos hilariantes e ilustrada com a riqueza visual de um dos países mais fascinantes do Planeta (assim o diz quem por lá passa).
Mas esta é, também, uma história que fala do calor humano. Seja ele gerado entre irmãos, amantes, pais-filhos ou pessoas de culturas absolutamente diferentes. E seja ele sentido à primeira, ou não, pelas partes envolvidas.
A pérola deste filme, a meu ver, reside na tal experiência espiritual: tão ansiada ao longo do filme, ela acaba por não acontecer como os irmãos estariam à espera. Não há revelações, coros de anjos, clarões de luz ou afins. Ela pode acontecer, de uma forma subtil e silenciosa, em vários momentos onde o Amor, o dito calor humano, se reconhece nos personagens. Afinal, são todos feitos da mesma massa.
nm
Tal como na vida real.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Pura Física
Sou corpo e alma, mas também posso ser uma casa. Uma casa feita de alicerces, paredes, portas, janelas, divisões, partes mais resistentes, outras mais frágeis.
Hoje entendi que a felicidade é uma luz que nos entra pela casa adentro. A luz que acabo de receber é natural, quente e solar. Há muito que a minha casa não recebia tamanha luz. É uma luz nova, vibrante.
E luz é energia. Energia é uma força em movimento permanente, mesmo que apenas a nível subatómico. Podemos gerir essa energia, conduzi-la, criar um circuito por onde ela possa fluir e alimentar todas as divisões da nossa casa, que precisam de estar iluminadas - caso contrário, as divisões de nada servem, tornam-se espaços mortos.
Hoje entendi como pode ser belo e inteligente, o processo de deixar que todas as divisões da minha casa recebam a nova luz solar. Mesmo aquelas que possam estar mais afastadas do foco de energia. Mesmo essas, se devidamente abertas e arejadas, serão alimentadas, com o auxílio de um mecanismo: o da atenção. A consciência como fio condutor, que levará a luz-energia a todos os espaços, permitindo disfrutá-los em toda a sua plenitude.
Isto é pura Física.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
4 de Fevereiro de 2008
Things haven't been the same
Since you came into my life
You found a way to touch my soul
And I never, ever, ever gonna let it go
Happiness lies in your own hand
It took me much too long to understand
How it could be
Until you shared your
Secret with me
You gave me back the paradise
That I thought I lost for good
You helped me find the reason why
It took me by surprise that you understood
You knew all along
What I never wanted to say
Until I learned to love myself
I was never, ever lovin' anybody else
Happiness lies in your own hand
It took me much too long to understand
How it could be
Until you shared your
Secret with me
Something's comin' over
Something's comin' over me
My baby's got a secret
Since you came into my life
You found a way to touch my soul
And I never, ever, ever gonna let it go
Happiness lies in your own hand
It took me much too long to understand
How it could be
Until you shared your
Secret with me
You gave me back the paradise
That I thought I lost for good
You helped me find the reason why
It took me by surprise that you understood
You knew all along
What I never wanted to say
Until I learned to love myself
I was never, ever lovin' anybody else
Happiness lies in your own hand
It took me much too long to understand
How it could be
Until you shared your
Secret with me
Something's comin' over
Something's comin' over me
My baby's got a secret
Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street
"Sweeney Todd" assinala o regresso em força de Tim Burton, um dos realizadores mais peculiares do cinema contemporâneo.Desta vez, o realizador aventurou-se no (actual) parente pobre dos estilos narrativos utilizados em cinema: o musical. E dentro do género, que melhor escolha senão a da história de Sweeney Todd, o barbeiro da Londres vitoriana que tem na vingança o único objectivo de vida? Claro está, uma vingança que envolve lâminas de barbear e potentes esguinchos de sangue.
O filme condensa tudo o que seria de esperar. Por um lado, o puro estilo Tim Burton, na equação macabro-grotesco-humorístico-trágico, aliada à envolvência imagética da Londres soturna do século XIX, recriada com toque de génio (Jack The Ripper podia juntar-se à festa, a qualquer momento do filme). Por outro lado, a partitura de Stephen Sondheim (estreada na Broadway, em 1979), surpreendentemente bem cantada por Johnny Depp.
Apesar da quiçá excessiva (mas quiçá necessária) linha "gore" do filme, há uma moral que nos é oferecida: o ódio e a vingança podem cegar-nos e levar-nos a fazer uma bela borrada.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
De volta a casa
Peço a expressão emprestada à Joana e digo:
chego a casa com a alma cheia.
Foram 3 dias e meio preenchidos com momentos que já têm lugar cativo no meu arquivo das boas memórias.
O começar o dia na pastelaria, com o café e o bolo (que belos exemplares...), o jornal do dia e a Time Out da semana; o passeio pelas ruas de Albufeira, a anteceder uma bela molha; a ida ao supermercado e aos saldos; a soneca no sofá, na tarde chuvosa de Domingo; a abada que levei a jogar aos Países; a fabulosa sessão pergunta-resposta com o Universo, pela mão do "Livro das Respostas", no meio da FNAC; a estreia no bowling (adorei e vou querer repetir!); as viagens de carro, a cantar Madonna, alto e bom som; a sessão de cinema; a caminhada pela praia, a conversar sob a luz dourada do fim de tarde; os jantares deliciosos feitos em casa, com sobremesa e tudo...
... tudo isto e muito mais, sempre na melhor das companhias possíveis.
chego a casa com a alma cheia.
Foram 3 dias e meio preenchidos com momentos que já têm lugar cativo no meu arquivo das boas memórias.
O começar o dia na pastelaria, com o café e o bolo (que belos exemplares...), o jornal do dia e a Time Out da semana; o passeio pelas ruas de Albufeira, a anteceder uma bela molha; a ida ao supermercado e aos saldos; a soneca no sofá, na tarde chuvosa de Domingo; a abada que levei a jogar aos Países; a fabulosa sessão pergunta-resposta com o Universo, pela mão do "Livro das Respostas", no meio da FNAC; a estreia no bowling (adorei e vou querer repetir!); as viagens de carro, a cantar Madonna, alto e bom som; a sessão de cinema; a caminhada pela praia, a conversar sob a luz dourada do fim de tarde; os jantares deliciosos feitos em casa, com sobremesa e tudo...
... tudo isto e muito mais, sempre na melhor das companhias possíveis.

sábado, 2 de fevereiro de 2008
Tudo a postos!
A contagem actual está a decrescer vertiginosamente!
nm
Desde que jantei, o frenesim instalou-se e, melhor ainda, tornou-se oficial e justificável.
Fiz a mala (que, manda a tradição, contém 3 vezes mais a quantidade de roupa que realmente vou precisar), reuni umas leituras e acertámos pormenores para a partida de amanhã, ao telefone.
nm
Agora só falta enfiar-me na cama e, manda a tradição, levar 1 ou 2 horas até conseguir adormecer, que o frenesim é resistente à posição horizontal.
Mas ainda vou a tempo de contar:
nm
faltam 9 horas!!! :)
nm
nm
Desde que jantei, o frenesim instalou-se e, melhor ainda, tornou-se oficial e justificável.
Fiz a mala (que, manda a tradição, contém 3 vezes mais a quantidade de roupa que realmente vou precisar), reuni umas leituras e acertámos pormenores para a partida de amanhã, ao telefone.
nm
Agora só falta enfiar-me na cama e, manda a tradição, levar 1 ou 2 horas até conseguir adormecer, que o frenesim é resistente à posição horizontal.
Mas ainda vou a tempo de contar:
nm
faltam 9 horas!!! :)
nm
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