A nova animação da Blue Sky, assinada pela mesma equipa que criou "Ice Age" (e uma das minhas personagens de eleição, o nervoso Scrat), traz-nos a história do elefante Horton, que por acidente, descobre todo um mundo de pequenos seres a habitar num grão de pó que flutua pelo ar.segunda-feira, 31 de março de 2008
Horton Hears a Who!
A nova animação da Blue Sky, assinada pela mesma equipa que criou "Ice Age" (e uma das minhas personagens de eleição, o nervoso Scrat), traz-nos a história do elefante Horton, que por acidente, descobre todo um mundo de pequenos seres a habitar num grão de pó que flutua pelo ar.Dazed & Confused
Com os habituais delays, chegou finalmente a Portugal a edição de Abril da "Dazed & Confused", escolhida para inaugurar a série de cover stories de promoção a "Hard Candy". 
As partidas do corpo
Seja lá o que for, decidi não ir trabalhar. Depois de ir à rua para me abastecer de laranjas, kiwis, paracetamol e do equivalente genérico do Zovirax, vim para casa decidido a aproveitar o dia da melhor maneira possível. E assim será!
sábado, 29 de março de 2008
Primeiros sinais de sucesso...

Na 2ª semana de vida do novo single de Madonna, saem os primeiros resultados nas tabelas oficiais mais importantes:
- A 24 de Março, dia em que o single passa oficialmente a estar disponível para download, "4 Minutes" entra directamente para 7º lugar na tabela oficial do Reino Unido;
- A 27 de Março, é anunciado que Madonna entrará na 68ª posição da tabela Hot 100 da Billboard... apenas 10 dias depois do seu lançamento nas rádios, ainda sem estar à venda como CD single nas lojas e sem videoclip estreado;
- No dia seguinte, o single entra para 36º lugar da Global Track Chart, do site Media Traffic, que cobre 75% do mercado musical do planeta.

Também esta semana, mais duas capas são reveladas: a "Q" de Abril e a "Vanity Fair" de Maio. Enquanto que a primeira revela uma nova foto da série "peso-pluma" de Steven Klein, na segunda Madonna alia-se novamente a Steven Meisel (um dos seus maiores fotógrafos de carreira), para criar uma imagem inspirada no futurismo dos princípios do século XX.
Uma capa do calibre que há muito não era publicado, juntando-se às mais emblemáticas dos idos 80 e 90.

Seventh Tree (Goldfrapp)
Sublime, o regresso de Alison Goldfrapp e Will Gregory.nm
Lançado no final de Fevereiro, “Seventh Tree” representa o retorno às paisagens etéreas de “Felt Mountain”, album de estreia de um dos projectos musicais mais interessantes do mainstream actual.
Corria o ano de 2000 e os Goldfrapp apresentavam-se ao mundo com uma identidade musical tão própria, desenhada com melodias cinemáticas, misteriosas e elegantes, que a edição de “Black Cherry” (três anos depois), viria a desconcertar muita gente, com um som mais dark, áspero e profundamente erótico. O sucessor, “Supernature” (2005), daria continuidade à energia electro de “Black Cherry”, agora carregada de glamour, feito de glitter e neon.

Com “Seventh Tree”, os Goldfrapp resgatam o calor original, enterrando as mãos no solo e de lá trazendo reminiscências folk e algum psicadelismo dos anos 60 e 70. A experiência erótica dá lugar à experiência sensual de conexão com a Terra e o Cosmos, em tons de celebração pagã. As ambiências electrónicas comungam agora com uma sonoridade mais acústica. Percorrem-se alguns dos caminhos desbravados pelos Cocteau Twins e pelos Zero7. Neste album, procura-se não a vanguarda, mas a transmutação, feita com cunho próprio.
Arrisco-me a dizer que este é um dos albuns mais belos de 2008.
quarta-feira, 26 de março de 2008
The Misfits
Um dos meus filmes favoritos de sempre que, finalmente, faz parte da minha colecção de DVDs, graças à visita à HMV de Londres.Ontem revi-o, depois de alguns anos, voltando a testemunhar a excelência do cinema americano dos anos 60.
nm

terça-feira, 25 de março de 2008
Definitely, Maybe
Adoro assistir a uma boa comédia romântica de Domingo... mesmo que seja a uma 4ª feira à noite.Este é um filme que fala sobre os círculos que se podem desenhar no nosso percurso de vida, com as pessoas que vamos conhecendo. Ou melhor, as espirais - pois, no retorno, estamos sempre mais crescidos.
O ingrediente principal é, claro está, o romance, narrado em forma de bedtime story, de um pai para a sua pequena filha. Mas é também uma comédia sobre a passagem para a vida adulta, tendo a Nova York dos anos 90 como pano de fundo - mostrada de forma tão cativante, que apetece mesmo lá viver.
“Definetly, Maybe” mostra-nos como esta passagem pode ser um processo tão cheio de incertezas e erros de cálculo. Mas acima de tudo, e no meio de tudo isso, o Universo vai enviando sinais que, quando bem lidos, podem conduzir-nos ao desejado final feliz.
Sabe mesmo bem, sair da sala de cinema com esta sensação...
segunda-feira, 24 de março de 2008
4 Minutes (Madonna & Justin)
Esperar pela canção que marca o regresso de Madonna em 2008, produzida pelo responsável do meu single pop favorito de 2006 ("Promiscuous", da Nelly Furtado) e cantada em parceria com o detentor de um dos melhores albuns desse mesmo ano ("FutureSex/LoveSounds", de Justin Timberlake), seria esperar por uma dose bem forte de boa música, to say the least.- No dia do seu lançamento nas rádios norte-americanas, "4 Minutes" é executado 413 vezes, para uma audiência total de 4113 milhões de espectadores;
- No dia seguinte à estreia, está já em nº 1 no top 7Digital da Europa, como o tema mais ouvido via internet;
- Dois dias depois, atinge o 1º lugar da tabela britânica de downloads do iTunes, destronando "Mercy", de Duffy;
- Uma semana depois, na mesma tabela do iTunes, chega a nº 1 na Dinamarca, em França, na Noruega e na Suécia.
domingo, 23 de março de 2008
Um dia de momentos especiais
A Joana, uma das melhores amigas do Mikey, casou-se com o Alexandre. Ambos foram responsáveis por uma grande alegria que senti, nos tempos mais recentes: fui convidado para o seu casamento, como acompanhante do Mikey.
Quando se inicia um namoro, isto é música para os nossos ouvidos. E nos meus, ela tocou e tocou.
Ver os nossos nomes no envelope do convite; ver-nos sair de casa, tão elegantes, para a cerimónia; estar ao lado dele, a participar num dia tão especial para a Joana...
Foi uma bonita festa. Mas não esperava que esta me reservasse um momento tão maravilhoso: aquele em que o Mikey me disse algo que não me vou esquecer, nunca.
Não foi preciso responder-te com palavras. Mas sim. Vejo o mesmo que tu.
The London Diaries I
Esta foi uma viagem de muitos significados: foi o regresso à cidade onde vivi durante ano e meio, 3 anos depois da última visita; foi a primeira viagem com o Mikey, para lá de Portugal (com sabor a “honeymoon trip” de namoro); foi uma merecida evasão de 5 dias, para puro turismo & lazer!
Mas começemos do princípio, que é mais fácil.
5ª feira, 6 de Março: DAY ONE
Fico sempre nervoso quando viajo de avião. Não tanto pelo voo em si (até me divirto com as descolagens e as aterragens, lembram-me os parques de diversões), mas pelo stress das etapas que nos levam até ao veículo aéreo: os horários do check-in; a sensação de que a mala vai ultrapassar o limite máximo de peso; as longas esperas nas filas, a andar em estranhos ziguezagues; as mil vezes que temos que mostar o passaporte/B.I.; etc.
Esta vez não foi excepção. Logo pela fresquinha, na manhã soalheira de 5ª feira, rumámos de táxi para o aeroporto, eu a sentir aquelas cócegas de ansiedade no estômago, o Mikey numa abençoada descontracção - afinal, íamos perfeitamente a tempo.

Por volta do meio-dia, o comandante anunciou a descida a Londres. Pela janela, comecei a avistar a famosa paleta de verdes-escuro, castanhos e cinzentos (das casas, das estradas, dos campos), que denunciavam a chegada a Inglaterra.

E ali estava mesmo: Marble Arch! E o Hyde Park! E Oxford Street! Até que enfim, estávamos em Londres!!! Tudo aquilo me entusiasmou. Já com os pés em solo definitivo e no meio do vaivém de pessoas, percebemos que o frio tinha apertado e a fome também. Decidimos recorrer ao óbvio: fast food, no McDonald´s junto à estação de Bond Street (coitado do Mikey, deram-lhe um hamburger com o ar mais triste e queimado do mundo...).

No minuto em que pusemos o pé em Brockley, um aperto no peito apanhou-me de surpresa. Ali estava, debaixo do céu cinzento, a localidade que eu chamei de casa, num passado não tão distante. Em alguns segundos, passaram-me pela cabeça os inúmeros momentos em que chegava a Brockley, vindo da faculdade ou do trabalho, a sentir tristeza, cansaço, frio e saudades de casa. Voltando ao presente, mandei os pensamentos para o espaço e disfrutei do momento. Estava tudo lá: o pub local (The Brockley Barge), a parede com grafittis em cores vivas, o charmoso Toads, a paragem do 484. No caminho de autocarro até Ladywell, os olhos brilharam quando passámos pelos Hilly Fields e pela minha antiga casa! O Mikey concordou: vivi num sítio bem giro!

Eram umas 4 horas quando chegámos à casa do Pedro, que estava por lá, quase de saída. Ainda tivemos tempo para um lero-lero (houve logo uma grande empatia entre ele e o Mikey, que ainda não se conheciam) e receber algumas indicações práticas para a estadia.
Estávamos muito cansados e a cama, gentilmente cedida pelo Pedro, era difícil de resistir. Daí a adiar o primeiro passeio pelo centro para o dia seguinte foi um pulinho... para a cama. Que bem que soube, adormecermos aconchegados um no outro!
Levantámo-nos às 9 horas, já noite cerrada, e rumámos ao Tesco de Lewisham, pois ainda era preciso comprar mantimentos. Como estávamos com vontade de andar a pé, fizemos o caminho que eu costumava fazer todas as semanas, no ritual das compras de Sábado.
Lewisham estava meio deserta, com quase tudo fechado, mas mesmo assim soube bem atravessar a rua principal e, à laia de guia turístico auto-nomeado, fui dizendo ao Mikey: «aqui é a biblioteca, onde eu alugava CDs e DVDs por tuta e meia», «aqui é a praça onde, durante o dia, se instala o mercado de frutas e legumes», «ei-lo, o Tesco!».
De cesto em punho, lá fomos decidindo os pequeno-almoços, as merendas para comer durante o dia e os jantares. É oficial: somos um casal exímio na arte de fazer compras de supermercado. E em tantas outras coisas, benzadeus!...
Para nosso gáudio, descobrimos um mundo de soluções baratas e apetitosas: os Kit-Kat Chunky a 30p (dois por dia, para dar energia durante as caminhadas pela cidade); os Madeira Cake a 1 libra e pouco, de vários sabores, para as sobremesas do jantar; a comida enlatada, convertível em belos pratos para o jantar (ele foi raviolis de queijo, ele foi ratatouille, ele foi caril de legumes, ele foi caril de galinha, ele foi feijões e ervilhas...).
De volta a casa, fizemos o nosso 1º jantar da estadia, conhecemos a pregnant Andrea (antiga flat-mate do Pedro, nativa de Londres, em processo de pedido de alojamento ao Borough) e terminámos o dia à conversa, com ela e com o Pedro. Adormecemos cansados da viagem, mas satisfeitos por tudo ter corrido bem.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Madonna no Rock and Roll Hall of Fame
No ano em que Madonna completa 50 anos de idade e 26 anos de carreira, o seu nome passa a figurar ao lado de nomes como os de Elvis Presley, The Beatles, David Bowie, Queen ou Michael Jackson.

É indiscutível o lugar de relevância que Madonna conquistou no mundo de hoje.

“I’ve gone out to do so many things in my life, from writing children’s books, to designing clothes, to directing a film. But, for me, it always does and it always will come back to the music”.
E que venha a próxima música!
sexta-feira, 14 de março de 2008
Madonna's Candy is coming! (II)


quinta-feira, 13 de março de 2008
Madonna's Candy is coming!
Madonna's 11th studio album for Warner Bros. Records 'HARD CANDY' is scheduled to have a global release on April 28th and a US release on April 29th, it was confirmed by her label.


5 de Março: a internet disponibiliza as primeiras video-stills do novíssimo video que promove o primeiro single, "4 Minutes". A coisa promete!




terça-feira, 11 de março de 2008
It was so good to see you, London!
Foi uma experiência caleidoscópica, de alegria, nostalgia, contemplação, divertimento, tensão, descontracção, aprendizagem...
Volto cansado, com muitas léguas palmilhadas e uma (quase) directa em cima.
Mas volto feliz, por ter criado novas memórias de Londres num novo livro - aquele que escrevo em regime de parceria. Reza o capítulo que esta foi a nossa 1ª viagem fora de terras lusas! :)
nm
Será difícil registar tudo num só post.
To be continued...
terça-feira, 4 de março de 2008
Comemorações
A Patrícia completou 13 anos. É oficial: a minha sobrinha-afilhada é uma teen! Tirei a tarde de folga para passearmos no Parque das Nações, visitarmos uma exposição no Pavilhão do Conhecimento e comprarmos roupa. Doing grown-up stuff!
E faz hoje 1 mês que eu e o Mikey assinámos o nosso protocolo, que tem por objecto a «definição das condições de colaboração» de ambas as partes, «no âmbito da construção de uma união significativa, partilhada com base no respeito e afecto genuínos». O acordo ganhou corpo e foi hoje celebrado com um almoço no Solar do Duque, envolvendo altos dignitários: nós dois!
O clima é de festa!

segunda-feira, 3 de março de 2008
Ray of Light
A 3 de Março de 1998 era lançado "Ray of Light", o 7º album de originais de Madonna.Dez anos depois, este continua a ser considerado um album histórico - e um dos mais aclamados - em toda a sua carreira musical.
Certamente uma das suas obras mais sólidas a nível conceptual, "Ray of Light" encerra todo um espectro de significados, todos eles despoletados com a experiência da maternidade.
O elemento central é a Água, magnificamente convertida em imagem, nas composições fotográficas de Mario Testino, e sobretudo em música, pela mão de William Orbit.
Nas letras, Madonna coloca uma nova questão, a mãe de todas as questões, porque agora, ela é mãe: qual o sentido disto tudo?
A espiritualidade anteriormente pressentida em "Like a Prayer" assume, aqui, uma dimensão maior, absoluta. Escreve-se em sânscrito e em hebraico. Pela primeira vez, Madonna sai do seu umbigo, para se ligar ao Universo. Finalmente, atinge a maturidade. Acabava de completar 40 anos.
A mensagem também é som, e o som é energia: voltado para o futuro, "Ray of Light" veste-se de electronica, transe, trip-hop, drum 'n' bass e house. Acelera no tempo, viaja pela poeira astral, mergulha ao fundo do oceano, atravessa portais, regressa ao útero materno.nm
A partir daqui, nada seria o mesmo.
There Will Be Blood
Agora sim, a segunda parte da sessão dupla.Boas razões...
O fim-de-semana começou de manhã bem cedo, com 2 boas horas no ginásio, a libertar tensões e a manter a carne rija.
Logo a seguir, rumei à casa da mana, para a festa de aniversário da Mariana, que agora completou 7 aninhos. Estavam lá todos, incluindo a Alice e a sua alegria contagiante. Fiquei tão feliz por ver que a avó recuperou o apetite e o brilho no rosto - passei quase o tempo todo junto dela. As sobrinhas estavam lindas e a Mariana radiante. Oferecei-lhe o "The English Roses" e ela perguntou-me se a Madonna também tinha feito os desenhos. Fartei-me de rir com as tolices do Abílio. Maravilhei-me a observar os 10 amiguinhos da Mariana que estiveram presentes (lá se despertou o instinto paternal...). A tarde esteve soalheira e gozámos o sol no terraço. Fui nomeado realizador para o "documentário" da festa. Jantei caldo verde, que o estômago já não deixava entrar mais nada. Foi uma bela tarde.
À noite, descansei no conforto da casa e do toque do Mikey. Vimos televisão e fizemos pesquisas na net para a viagem a Londres (mais precisamente, quais os bons spots para ir dançar à noite). Gozámos com o novo video da Mariah Carey e vimos outros tantos da Janet. Conversámos. Rimos. Namorámos.
O dia seguinte não podia ter começado da melhor maneira, a abrir os olhos e ver o Mikey junto de mim. Ele preparou um almoço maravilhoso para nós. O sol e os 21ºC fizeram deste um dia a registar: o 1º dia do ano em que usei manga curta, sem precisar de casaco!!! A Primavera já se sente. Andámos pela Graça, contemplámos Lisboa a partir do miradouro, cumprimos o ritual do café com bolinho, rumámos à Costa para passear junto ao mar (cheguei a arrepender-me de não ter trazido o calção de banho e a toalha...), acabámos a tarde a brincar com o Alex (que atravessa agora a fase mais quebra-corações por que um bebé pode passar) e na boa companhia da Alexandra e do Carlos. Terminámos o dia de roda de um frango assado (o corpo tem vindo a pedir carnes brancas, uma vez por outra), a dobrar meias e a ver o "Hedwig" em DVD.
Cada vez mais me capacito que os fins-de-semana indistintos, aqueles que não deixavam grandes marcas na memória, estão a ficar extintos.
nm
Haverá melhor razão para ainda não ter escrito sobre o outro filme?
sábado, 1 de março de 2008
Juno
A sessão dupla de 4ª feira começou com o filme que mereceu o título de Melhor Argumento Original deste ano, escrito por uma autora de pseudónimo e passado profissional inesperados nestas lides: a ex-stripper Diablo Cody."Juno" é pura comédia. O filme é um retrato delicioso sobre a adolescência e, mais ainda, sobre o teenager americano - essa espécie tão única. Com uma agravante: uma delas engravida acidentalmente. A progenitora é uma miúda com ar de maria-rapaz, proprietária de um telefone em forma de hamburger, fã dos primeiros grupos de punk-rock de 1977 e que se está nas tintas quanto aos padrões de "coolness" estilo High School Musical; o progenitor é magrito, usa calções de corrida amarelos nos treinos da escola e é viciado em Tic-Tacs com sabor a laranja.
Need to say more?
No meio das doses de bom humor presente nos personagens, nos diálogos e nas situações que vão surgindo, o filme revela-nos 2 elementos que gostei de reconhecer: por um lado, um acontecimento que traz consigo a etiqueta de "problema", pode ser vivido sem dramas; por outro, mesmo sendo problemático e complicado por mérito próprio, o adolescente pode abarrotar de candura e simplicidade.
Já sentia falta de uma comédia deste calibre.

