A noite que antecedeu o 10 de Junho foi vivida de forma solene. Eu, o Mikey e a Helena fomos assistir a “Sex and The City”, o filme por tantos esperado e que fez ressuscitar o fenómeno de popularidade gerado pela já mítica série da HBO (e a minha favorita de sempre).O clima de antecipação fazia-se sentir até mesmo no cinema Londres: a poucos minutos de chegar a nossa vez na bilheteira, a sessão das 22:00 acabava de esgotar. Decidimos esperar pela sessão seguinte, a da meia-noite, entre chá, café, fotografias e conversas no Magnólia.
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Nos primeiros minutos do filme, todo eu e toda a Helena éramos excitação, pois estávamos diante da grande tela, a ver um episódio de 2 horas, totalmente inédito, da nossa série de culto!
De facto, é disso que se trata: da continuação de uma história que atravessou 6 anos (1998-2004) e que encerrou com um bem merecido “happy end”.
“Sex and The City” (o filme) retoma a vida de Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte depois do tal final feliz, para mostrar a realidade das suas relações - o amor a ser submetido ao teste do tempo.
O tempo é, seguramente, um dos elementos centrais do filme. Os personagens estão 10 anos mais velhos, Nova Iorque sente-se diferente, entra em cena uma nova geração (personificada pela assistente de Carrie). Mas, para alívio de todos nós, a energia das protagonistas mantém-se intacta e elas estão ainda mais "fabulosas".
Reconheço: sou estupidamente parcial para avaliar este filme. Sim, há falhas no argumento, no tratamento dos personagens, na banda sonora. Sim, a história só pode ser descodificada na íntegra por quem conhece a série de perto.
Mas para mim, ficou a sensação maravilhosa de ter estado com 4 velhas amigas, que já não via há 4 anos. E claro, ficou também a vontade de ver o filme mais uma vez, e mais outra, e mais outra.

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