sexta-feira, 8 de maio de 2009

Escapadela

Bendito 1º de Maio que, este ano, calhou a uma 6ª feira! Já na 5ª à noite, eu e o Piriquito rumávamos a Albufeira, para o que viria a ser o primeiro fim de-semana de Verão do ano.

Houve praia, jantaradas e saídas à noite, acordámos sem o som do despertador, comemos o maior crepe com gelado do mundo, apanhámos pedrinhas à beira-mar, refastelámo-nos em espreguiçadeiras junto à piscina, enfiámo-nos nos habitats nocturnos dos bifes e bifas (árdua tarefa científica, sublinhe-se), matámos saudades dos croissants com “creme d’osso” da magnífica Oura Doce...

E como se não bastasse, houve também acontecimentos insólitos - o copo-de-água de bifes no bar da tal piscina ou o salva-vidas de pé engessado e muletas - e outros inéditos - a minha primeira ferroada de abelha...

E tudo isto, encaixado em apenas 3 dias. Bela escapadela...
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4 comentários:

desenhos disse...

"Oh 'miga, creme d'osso é exactamente o quê?"

Maria Delfina.

Rui Clemente disse...

Ora bem, Maria Delfina

O nome deste recheio de croissant está envolto em mistério e polémica. Ouvimos várias versões, nomeadamente "creme doce" e "creme d'ovo". Tendo em conta que a versão aqui divulgada foi dita por um dos responsáveis da pastelaria ("mas é mesmo «osso»?"), arriscamos a sua divulgação na comunidade científica.
Chegámos a googlar o nome e lá o encontrámos algures num blog, levando-nos a concluir que o termo terá sido divulgado a mais investigadores.
Contudo, a escassez de fontes continua a levantar dúvidas - talvez o nome se tenha mantido vivo graças à tradição oral da região, não havendo registos por aí além.

Mas uma coisa é certa: este é um recheio que dificilmente se pode esquecer, dado o seu carácter único. Feito de ovo, açúcar, muita manteiga, amêndoa picadinha e sabe-se lá mais o quê, confere ao croisant um sabor e uma textura absolutamente pornográficos.

Às vezes sonho com isto e tudo...

Helena disse...

Meu anjo, tb eu levei hoje a minha primeira ferroada! Poça que dói! Como foi bem no alto da cabeça, só muito depois é que consegui ajudar para tiraro resto do cú da abelha da cabeçorra. Coitadas de nós as duas...

Rui Clemente disse...

É sinistro ver um cu (apenas o cu, nada mais) agarrado à nossa pele. Agora, no alto da cabeça?... Bicho parvo!