O Piriquito chegou aos 35 e mereceu uma celebração que atravessou todo o fim-de-semana.
Houve almoço de família, no qual, entre um belíssimo bacalhau à Braz (eheh...) e um pão-de-ló-com-ovos-moles-de-cair, fomos brindados com uma estreia: a Leonor deu, pela primeira vez, os parabéns ao tio (ainda noutro dialecto). E vê-lo a segurar nela é das coisas que melhor sabem neste mundo.
Poucas horas depois, foram os amigos que se juntaram, para oferecer uma noite em homenagem ao Piriquito. Houve comida, bolo de aniversário e alegria genuína. E também nós fomos presenteados: com o seu cantar, que me deixa as pernas a tremer. A noite acabou em cantoria geral - e ninguém estava alcoolizado.
.
.
A entrada no novo ano de vida do Piriquito, na noite anterior, não poderia ter sido mais surpreendente: junto de 10 mil pessoas, no Pavilhão Atlântico. Todos vestidos de branco, da cabeça aos pés - um "ocean of white". Ao centro, uma escultura colossal lembrava uma entidade-mãe saída de uma estranha galáxia, pulsando luz ao ritmo das batidas. Raios laser atravessavam o recinto, contectando toda a gente, entre si e com a música. Justamente à meia-noite, estava tudo ao rubro com o DJ Diego Miranda. Foi então que o Piriquito entrou na casa 35.
.

3 comentários:
menino me deixa bobo de emoção :-)
:-))
OOOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH...SHUIF!!!
Enviar um comentário