Boa pergunta. A nossa mente pode-nos tramar a vida, fazendo filmes que não existem e condicionando a nossa forma de sentir. E é difícil sentir alguma motivação, principalmente quando perdemos o norte e nos deixamos arrastar em espirais malucas. Nestas alturas, tento limpar a cabeça de maus pensamentos e focalizar-me no que me inspira mais alegria - seja uma música, o céu azul, uma pessoa querida, um projecto que está para acontecer. Há tantas coisas boas que nos rodeiam e que nos podem "carregar" as baterias!
A primária, o liceu e o curso de Comunicação; a pós-graduação em Cultural Management e os dois anos vividos em Londres; o curso de Instrutor de Yoga, deixado a meio; a vontade de trabalhar em projectos ambientais e o emprego já com mais de 10 anos num centro de formação artística... A vida tem somado episódios tão diversos, mas uma paixão tem sido constante e inabalável, desde a infância: a música. E em 2011, fiz o que nunca esperava fazer: comecei a escrever num blog, fiz o curso de Jornalismo e Crítica Musical, tornei-me coleccionador crónico e criei o meu primeiro programa de autor, em formato podcast. A paixão abriu um novo caminho - um dos mais gratificantes de toda a minha vida. Os meus ícones? Björk, Bowie, Kate Bush, Prince, Madonna, PJ Harvey, Siouxsie Sioux, Sufjan Stevens e ANOHNI, entre tantos outros. O meu sonho? Transmitir os meus podcasts nas ondas hertzianas e poder partilhar com ainda mais pessoas a experiência tão única, tão mágica que é ouvir música.
2 comentários:
Sim, a eterna luta pelo equilíbrio. Como é que nos mantemos motivados quando sabemos dessa rotina?
Boa pergunta. A nossa mente pode-nos tramar a vida, fazendo filmes que não existem e condicionando a nossa forma de sentir. E é difícil sentir alguma motivação, principalmente quando perdemos o norte e nos deixamos arrastar em espirais malucas.
Nestas alturas, tento limpar a cabeça de maus pensamentos e focalizar-me no que me inspira mais alegria - seja uma música, o céu azul, uma pessoa querida, um projecto que está para acontecer. Há tantas coisas boas que nos rodeiam e que nos podem "carregar" as baterias!
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