segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Fim.

Este blog nasceu num momento de Amor.
Foi por ele alimentado e nutrido.
Esse Amor, tal como era vivido e sentido, terminou.
E com ele, a razão de ser deste blog.
Deixo aqui o meu mais profundo agradecimento a todos os que por cá passaram, ao longo destes 2 anos e 10 meses.

Um bem-haja a todos.
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Do meu coração, para ti. Para sempre.

Oh thank you for your love
Thank you for your love
When all was falling in the seizure of pain
Oh thank you for your love

Oh thank you for your love
Oh thank you for your love
When I was lost in the dark darkness
Oh thank you for your love

I want to thank you, oh
I want to thank you, oh
I want to thank you, oh
I want to thank you, oh

Thank you, thank you

Oh thank you for your love
Oh thank you for your love
When my mind was broken into a thousand pieces
Oh thank you for your love

I want to thank you, oh
I want to thank you, oh
I want to thank you, oh
I want to thank you, oh

Thank you, thank you
I thank you

domingo, 7 de novembro de 2010

Just an empty room. Full of empty space.



If you go away
On this summer day
Then you might as well
Take the sun away

All the birds that flew
In the summer sky
When our love was new
And our hearts were high

When the day was young
And the night was long
And the moon stood still
For the night bird song

If you go away
If you go away
If you go away

But if you stay
I'll make you a day
Like no day has been
Or will be again

We'll sail the Sun
We'll ride on the rain
We'll talk to the trees
And worship the wind

Then if you go
I'll understand
Leave me just enough love
To hold in my hand

If you go away
If you go away
If you go away

If you go away
As I know you must
There'll be nothing left
In this world to trust

Just an empty room
Full of empty space
Like the empty look
I see on your face

I'd have been the
Shadow of your dark
If I thought it might
Keep me by your side

If you go away
If you go away
If you go away

Please, don't go away

far, far away from my heart



Well the feeling's coming on again
It's kicking and is screaming deep inside me
I'm so tired of fighting with myself
If you're not here I'm nothing, I'm alone
So I pour another drink and take a hit
And I wonder where the smoke goes
I'm feeling more and more like less and less
Cause I'll curse the telephone along these lines
Because words are all we have for too much time

So far far away from my heart
Far far away from my heart

You're just a voice that floats from nowhere near
And a memory that's starting to unravel
We've been thru this so many nights before
That you'd think it would be easier by now
So I let the chemical reaction cloud over the pain
Keeps on hurting
As I slowly but too slowly drift away
To a place I know where I don't have to think
God I hate myself for loving, smoke and drink

So far far away from my heart
Far far away from my heart

Now I'm staring blankly at the TV
Holding this guitar for some comfort
But it's so hard to write a simple song
Try and turn this feeling into melody
So I put it down get on my knees
Close my eyes so tight, now I'm praying
To anyone that maybe can hear me
Tell me everything will be O.K.
And I don't think I can make another day

So far far away from my heart
Far far away from my heart

terça-feira, 2 de novembro de 2010

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Gainsbourg (Vie Héroique)


Os franceses continuam a ganhar pontos no domínio das biopics. Depois do hiper-realismo (arrepiante) de Piaf em La Môme, chegou até nós o tão esperado Gainsbourg (Vie Héroique).

E o melhor deste filme está na escolha de quem o realizou: trocar a Verdade pela Fábula. Mais do que uma reprodução dos factos reais da vida de Gainsbourg, encontramos um misto de verdade e fantasia, de realidade e mito. Mais do que um filme, esta é uma homenagem, feita com respeito - tenho quase a certeza que um americano iria explorar a fase decadente, já no fim de carreira - e mestria - da escolha dos actores à recriação das épocas que definiram a sua carreira, tudo é perfeito.

Gainsbourg (Vie Héroique) é o filme que Gainsbourg merece, imortalizando aquilo que realmente o definiu: o seu espírito transgressor, o seu magnetismo e o seu enorme talento como músico e poeta. Esta é a Verdade.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Estou A Ficar Velho (1)

No outro dia vi um jovem à porta do Brown's de casaco preto, calças de lycra rosa fucsia e botas peludas até ao joelho. Desisti de analisar e arrumei o assunto da seguinte forma: era um cruzamento entre um gótico, uma pastilha elástica e o Chewbacca...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Bom som. Gosto.

Já se avizinha...

Não é por nada que costumamos dizer «Já estamos em Outubro... daqui ao Natal é um pulinho.»

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O cromeleque

É uma das marcas mais antigas que se conhece do património humano na Terra e está aqui tão perto.

O cromeleque dos Almendres fica na estrada de Évora para Montemor-o-Novo, mais precisamente na freguesia de Guadalupe. Estudos indicam que a sua origem remonta ao fim do 4º milénio a.C.. e que serviu como ponto de contacto com o Espírito e os astros.

Hei-de ir a este lugar.

The Age of Adz (Sufjan Stevens, 2010)

Senhoras e senhores.... um dos melhores álbuns do ano.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Outono

Uma coisa que adoro são os rituais próprios das estações. Este Domingo, esteve uma daquelas tardes lindíssimas de Outono, perfeita para um passeio a pé - uma das coisas que eu e o Piriquito mais gostamos de fazer.

E como no Verão as andanças são outras, já tínhamos muitas saudades de uma tarde assim: a passear pela Guerra Junqueiro e a Av. de Roma, a entrar numa ou outra loja (a Bertrand até nos proporcionou um bom momento de Fotografia), a comer as primeiras castanhas assadas da estação.

Hoje vou acrescentar um cobertor à cama e fazer a mudança de roupa no guarda-fatos. O Outono veio para ficar.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O empurrão

Foi com uma imensa alegria que vi os meus amigos encherem-me de palavras de entusiasmo, depois de terminar o 1º ano do curso de formação de intrutores de Yoga. Num abrir e fechar de olhos, ganhei uma mão cheia de potenciais alunos - dos que já praticavam mas entretanto pararam, aos que nunca experimentaram mas sentem curiosidade em entrar no admirável mundo do Yoga.

Corria o mês de Julho, fiz contas à vida e tracei um plano: preparar-me em Setembro, testar as primeiras aulas em Outubro e começar a sério algures em Novembro.

Pois já todos sabemos: nem tudo o que se planeia, acontece. Há variáveis que estão ocultas e que, com o passar do tempo, revelam o seu peso.

No meu caso, foi apenas uma: a auto-confiança. Setembro foi chegando e dei por mim a oferecer resistência, a fugir de fininho, argumentando com a clássica desculpa do "não me sinto preparado".

Claro que, para dar uma aula de Yoga, é preciso preparação. Encaro este ofício como algo de muito sério. Mas à seriedade do objecto, prevalece a insegurança do sujeito.

Há uns dias, a G. (uma das mais entusiastas, desde o dia 1) chegou-se à frente e lançou-me um SOS, via Facebook: «Não aguento mais... preciso de ti... preciso de yoga... preciso de ti no yoga comigo!»
Resposta imediata: «o arranque está a ser mais difícil que eu imaginava, por tantas razões. mas não me esqueço de ti!».

E entrou o fim-de-semana. E lembrei-em que, por vezes, o Cosmos dá-nos valentes empurrões, para pôr em movimento aquilo que muitas vezes encravamos, voluntariamente. Senti que, mais que um apelo, a G. estava a dar-me um empurrão.

Chegou a 2ª feira e mandei-lhe uma mensagem: «Então 'bora lá. Vou deixar-me de tretas e começar contigo, só para experimentar. E acima de tudo, para te proporcionar um momento de Yoga. É pecado ter alguém tão desejoso de praticar e não dar resposta. Shiva não ia gostar nada! :)»

A aula de Yoga está marcada para este Sábado.

New York, New York III: icons













quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Manuel

Manuel nasceu no seio de uma família diferente das outras.
Queria estudar e seguir carreira na Marinha. Tinha 18 anos quando o pai e o irmão foram assassinados, mesmo à sua frente.
Viu-se forçado a assumir um cargo de liderança para o qual não estava preparado.
Aos 20 anos, quando finalmente aprendera a abraçar a sua nova condição, viu-se forçado a abandonar o seu País.
Viveu o resto da sua vida em Twickenham, nos arredores de Londres.
Faleceu inesperadamente na sua residência, com 43 anos, sufocado por um edema da glote.

Porque estamos a comemorar os 100 anos da República, a RTP tem transmitido vários (e bons) documentários sobre este que é um dos grandes momentos da História de Portugal. O de ontem era dedicado a D. Manuel II, o 35º e último Rei de Portugal.

Foi-nos dado a conhecer não só o monarca, mas o homem cuja vida acabaria por traduzir-se numa sucessão de sonhos e projectos interrompidos. Primeiro, as apirações da adolescência. Depois, o próprio País. Mas a única coisa que Manuel conservou intacta foi a profunda paixão por Portugal.

Em Inglaterra, era um homem querido e admirado pela comunidade. E todos sabiam da sua adoração pela terra natal: recriou um ambiente português na sua casa; dedicou-se ao estudo da literatura medieval e renascentista portuguesa; seguiu de perto a política portuguesa; ficou encantado pelo facto de poder ajudar o seu país na liquidação da dívida à Inglaterra - a pedido do ministro dos negócios estrangeiros da república; no testamento, deixou os seus bens pessoais ao Estado Português e manifestou a vontade de ser sepultado em Portugal.

Fiquei comovido com a história deste jovem adulto, que terá convivido, na maior parte da sua curta vida, com a mágoa e a Saudade. O seu último desejo foi cumprido: Manuel, o nosso último Rei, regressou finalmente a Portugal, para ser sepultado junto do pai e do irmão.


New York, New York II: the sky is the limit
















New York, New York I: o primeiro instante

Ok guys, you're in Manhattan.

Há instantes na nossa vida tão marcantes, que se cristalizam na memória e ali ficam, intactos e à superfície, nem que vivamos 200 anos.

Este é um deles: o momento em que levantei a cabeça e vi Manhattan à minha frente, pela primeira vez. Foi à saída de Pennsylvania Station. Num espaço de segundos, um sonho de anos e anos tornava-se realmente real. Todas as imagens, sons, filmes, séries de TV, músicas e videoclips com que cresci, ganhavam agora matéria - palpável, audível, visível. Penso que a única vez que me senti assim foi quando vi a Madonna pela primeira vez.

E no meio do êxtase e do total deslumbramento, as minhas mãos conseguiram agarrar a máquina e tirar esta fotografia. A primeira fotografia que tirei à cidade de Nova Iorque.
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Açafrão


Na consulta que tive com a minha terapeuta holística, foi-me dito que uma das melhores especiarias que temos à nossa disposição é o açafrão.

Já tinha lido algures que beber água morna com mel e açafrão, todas as manhãs em jejum, é excelente para fortalecer o sistema imunitário.

Mas não sabia que, para além disso, o açafrão:

- é estimulante;
- é anti-séptico;
- é analgésico;
- limpa o sangue e a linfa;
- ajuda a dissolver tumores e coágulos sanguíneos;
- melhora a circulação;
- promove a menstruação;
- fortifica os músculos;
- trata ferimentos dos tecidos moles;
- limpa e descongestiona o fígado;
- ajuda na digestão do açúcar, gordura e óleos;
- é útil para os diabetes e hipoglicemia.
- preparado em pasta, pode ser utilizado para tratar ferimentos, feridas, lesões e inflamações nos músculos e articulações.

E a juntar a tudo isto, tem uma cor magnífica.
Toca a usar o açafrão mais vezes!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Dreams Come True

Obrigado, Piriquito.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

2 sonhos numa viagem?

Co-cria, rapaz. Co-cria!

Countdown


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Quero lembrar-me disto todos os dias. Todos.













Já tenho spot!

Vivo em Paço de Arcos há quase ano e meio e continuo a adorar. Só havia uma coisa que tinha pena: não ter o spot perfeito para café e leituras. Como tinha no jardim do Parque das Paivas, no café do Sr. Alberto, na Praça das Flores ou no jardim do Príncipe Real.

Até que, numa destas manhãs, vinha eu do supermercado a caminho de casa, senti um impulso que me desviou da rota habitual e fez-me virar para uma das ruas.

E lá estava ele: o meu spot!

Fica num larguinho muito sossegado, rodeado por árvores e casinhas antigas, longe do sururu dos carros e das pessoas. É mimoso, muito mimoso. E claro: tem esplanada.

Até me pareceu ouvir um coro de anjos a cantar "Aleluia!".