sábado, 3 de maio de 2008

Veneer (José González)

Ouvi pela primeira vez este rapaz de 29 anos, de origem sueca e ascendência argentina, no álbum "The Garden", dos Zero7.

Pelo aniversário do Fred, a Joana ofereceu um bilhete para irem ver um tal de José González na Aula Magna, num concerto pelo qual ansiavam há muito. Foi então, numa noite recente em que o Fred colocou o album "Veneer" no mp3, enquanto se cozinhava o jantar, que eu identifiquei a mesma voz, inconfundível, que dá corpo e textura às magníficas composições dos Zero7. A voz ganhou nome e fez-me querer ouvir este album com mais atenção.

Não é preciso dissertar muito sobre "Veneer". Pode-se mencionar o poder da sua simplicidade (uma voz e uma guitarra, apenas) ou a aura de melancolia, a lembrar trovadores como Nick Drake e Cat Stevens.

Mas basta dizer que este é um conjunto de canções lindíssimas. Basta isto.

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